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António Escudeiro aip ( honorário)
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| Associado Honorário6H | |
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HONORáRIOS
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Data de Nascimento - 0000-00-00 Nascido em: Angola |
R. Passos Manuel, 50 - 3º 1150-257 Lisboa |
Tlf.: 213549521 Tlm.: 965136449 a.escudeiro@netcabo.pt
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| Curriculum Vitae | | |  | |  | -
Faculdade de Direito | | | | |
| Outras Informações | | |  | Cerca de 45 trabalhos como Director de Fotografia, em 35 anos dedicados ao Cinema: curtas, longas, documentários e ficção - além de cerca de 250 filmes publicitários. Grande parte desses trabalhos realizados também por si.
Paulo Rocha, António de Macedo, José Fonseca e Costa, José Manuel Lopes, Vicente Jorge Silva e Fernando Lopes são alguns dos realizadores com quem trabalhou ao longo da sua carreira.
Nos últimos anos tem-se dedicado ao Documentário, área onde diz sentir mais liberdade, associada a um processo de constante viagem, onde tem também por vantagem de poder produzir-se a si mesmo, na maioria das vezes.
A sua contribuição para a Direcção de Fotografia é de reconhecido mérito pela qualidade e pela presença constante da sua técnica e criatividade ao longo de 35 anos de experiência.
É por isso uma honra para Associação de Imagem Portuguesa (AIP) acolher António Escudeiro como membro honorário.
Estando o *Ciclo de Grandes Directores de Fotografia do Cinema Português* a decorrer neste ano de 2005 na Cinemateca Portuguesa, António Escudeiro é um nome incontornável. Neste mês de Julho a Cinemateca apresenta 7 trabalhos seus, sendo um dos homenageados que a Cinemateca reconhece como tendo sido *um dos mais importantes directores de fotografia da geração do Cinema Novo, tendo trabalhado em inúmeros filmes desde o final da década de sessenta até aos dias de hoje.
aipcinema Novembro 2005
| |  | Dirigente cine clubista (imagem e cine clubista universitário de Lisboa)
Neste Período nasce a vontade de “fazer cinema” Mas como? Primeiro publicidade, depois um produtor, Francisco de Castro, 200 “jornais de actualidades” que passavam nos cinemas, e depois pouco a pouco “ documentários de encomenda”, turísticos industriais (assim principiaram José Fonseca e Costa, António Pedro de Vasconcelos, Fernando Lopes, Alberto Seixas Santos, António Macedo, Paulo Rocha, Fernando Matos Silva, que graças à Gulbenkian, António da Cunha Telles e a um outro produtor lá se iniciaram na longa metragem.
Vem o 25 de Abril, abrem outros horizontes; nascem as cooperativas – cinequipa, cinequanon, grupo zero, centro do Português – e desata tudo a filmar tudo. Em 16mm cor, reversível, preto e branco. Sou D. F. de muitos e realizei alguns.
Aparece a RTP 2 e graças ao Fernando Lopes (sempre ele) toda a gente filma, aparecem os telefilmes franceses (todos com Directores de Fotografia portugueses – era mais barato e não eram maus e todos falavam francês).
Graças ao Fernando Lopes faço uns ensaios na ficção ou no documentário ficcionado – William Beckford, Josefa de Óbidos, Camilo Pessanha. Ainda por cima com bons orçamentos, realistas e que permitiam trabalhar bem. Foi o que tentei. Depois tudo tem um fim: o Departamento de Co – Produções internacionais dirigido pelo F. Lopes fechou. E hoje sabemos o que é a RTP: um zero. As privadas é para esquecer
O ressuscitado Telles deve ter feito até hoje mais de cem. Aos poucos desaparecem os D.F portugueses, vêm os estrangeiros, que nos últimos anos até fotografam várias longas-metragens com dinheiro do IPACA, depois ICAM e tirando um outro, o Acácio, o Roque e agora uma terceira geração (o Rui Poças).
Eu tirei-me definitivamente para o documentário, mais livre, que me permitiu viajar muito e até ser muitas vezes meu próprio produtor.
Aparece o vídeo digital (a mini dvs) e a Direcção de Fotografia esvazia-se, qualquer pessoa é Director de Fotografia (duas ou três regras técnicas são suficientes) e o panorama alterou-se radicalmente. O futuro, não sei. Será que ainda conseguirei obter um subsídio para um documentário? No ultimo concurso, com o meu currículo, um projecto consistente, com objectivo concreto, com “conteúdo” (eles gostam muito, sem saberem o seu significado, desta palavra – conteúdo. Terei conteúdo?
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| Experiência Profissional | | | COMO DIRECTOR DE FOTOGRAFIA | | | ANO | FILME | REALIZADOR | | 2001 | Ver, Ouvir Macau DOCUMENTáRIO | António Escudeiro | | 1999 | Separados Nós DOCUMENTáRIO | António Escudeiro | | 1998 | Lisboa Los Angeles - Sem Destino FEATURE | Rui Goulart | | 1997 | Into the rising Sun DOCUMENTáRIO | Luc Crivert | | 1996 | Santo António de Todo o Mundo DOCUMENTáRIO | António de Macedo | | 1996 | O Jogo CURTA METRAGEM | José Manuel Lopes | | 1993 | Eu vi a luz em um Pais Perdido (Camilo Pessanha) LONGA METRAGEM | António Escudeiro | | 1991 | Para Josefa LONGA METRAGEM | António Escudeiro | | 1990 | Percursos – William Beckford em Portugal LONGA METRAGEM | António Escudeiro | | 1989 | Mar à Vista DOCUMENTáRIO | José Nascimento | | 1988 | Lisboa em quanto é tempo (7 episódios) DOCUMENTáRIO | António Escudeiro / José Nascimento | | 1988 | Matar Saudades LONGA METRAGEM | Fernando Lopes | | 1987 | Confidências CURTA METRAGEM | Cristina Hauser | | 1984 | A Ilha de Moraes DOCUMENTáRIO | Paulo Rocha | | 1983 | Travessia LONGA METRAGEM | António Escudeiro | | 1980 | Goa DOCUMENTáRIO | António Escudeiro | | 1980 | Mombasa, o Forte de Jesus DOCUMENTáRIO | António Escudeiro | | 1980 | Kilas, o Mau da Fita LONGA METRAGEM | José Fonseca e Costa | | 1980 | A carta roubada LONGA METRAGEM | Ruy Guerra | | 1980 | Zé Gato (8 episódios) SéRIE TELEVISãO | Rogerio Ceitil | | 1979 | Os pescadores de Peniche DOCUMENTáRIO | António Escudeiro | | 1979 | Tabaqueiras de S. Miguel DOCUMENTáRIO | António Escudeiro | | 1979 | Vidreiros de Vieira DOCUMENTáRIO | António Escudeiro | | 1979 | Bicicleta - Ou o Tempo quq a Terra Esqueceu CURTA METRAGEM | Vicente Jorge Silva | | 1978 | O Rei das Berlengas LONGA METRAGEM | Artur Semedo | | 1977 | Guiné-Bissau - Independencia DOCUMENTáRIO | António Escudeiro | | 1977 | Independência de Angola - O Governo de Transição DOCUMENTáRIO | António Escudeiro / José Fonseca e Costa | | 1977 | Independência de Angola - Os Acordos de Alvor DOCUMENTáRIO | António Escudeiro / José Fonseca e Costa | | 1977 | Antes do Adeus LONGA METRAGEM | Rogério Ceitil | | 1977 | Os Demónios de Alcácer Quibir LONGA METRAGEM | José Fonseca e Costa | | 1977 | Conde de Monte Cristo SéRIE TELEVISãO | Denis de LaPateliére | | 1976 | Ma Femme Chamada Bicho DOCUMENTáRIO | José Alvaro de Morais | | 1975 | O Governo de Transição DOCUMENTáRIO | António Escudeiro | | 1975 | Cantigamente 6 DOCUMENTáRIO | António Escudeiro | | 1975 | Cantigamente 3 DOCUMENTáRIO | António Escudeiro | | 1974 | 850 Quilometros de Praia DOCUMENTáRIO | António Escudeiro | | 1974 | O Povo Unido Jamais Será Vencido DOCUMENTáRIO | António Escudeiro | | 1973 | A criança e a Justiça DOCUMENTáRIO | António de Macedo | | 1973 | Cenas de Caça no Baixo Alentejo DOCUMENTáRIO | António de Macedo | | 1973 | Madeira, Ilha Flutuante DOCUMENTáRIO | António Escudeiro | | 1972 | Lisboa, Jardim da Europa DOCUMENTáRIO | António Escudeiro | | 1970 | Terras do Marques (Oeiras) DOCUMENTáRIO | António Escudeiro | | 1970 | A Ilha do Sol - Madeira DOCUMENTáRIO | António Escudeiro | | 1970 | Covilhâ - Cidade da Serra e do Vale DOCUMENTáRIO | António Escudeiro | | Os descobrimentos Portugueses DOCUMENTáRIO | Bento Pinto França | | Abraço Português DOCUMENTáRIO | António Escudeiro | | 250 Filmes publicitários PUBLICIDADE | muitos como DF e muitos como realizador | | 200 Jornais de actualidades JORNAL CINEMATOGRáFICO | António Escudeiro | |
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