<rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><title>aipcinema</title><description>aipcinema</description><link>http://www.aipcinema.com/blank-1</link><item><title>CINEVIDEO EXPO - Masterclass Fabian Wagner - 3 DEZ- 14h - Universidade Lusófona</title><description><![CDATA[<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_b9401fe5b23547c0964db47a4203da88%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/12/03/CINEVIDEO-EXPO---Masterclass-Fabian-Wagner---3-DEZ--14h---Universidade-Lus%C3%B3fona</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/12/03/CINEVIDEO-EXPO---Masterclass-Fabian-Wagner---3-DEZ--14h---Universidade-Lus%C3%B3fona</guid><pubDate>Tue, 03 Dec 2019 08:51:09 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_b9401fe5b23547c0964db47a4203da88~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>CINEVIDEO EXPO - Workshop KODAK</title><description><![CDATA[<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_df8f4048518249129b2c1800a76a5db4%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/12/03/CINEVIDEO-EXPO---Workshop-KODAK</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/12/03/CINEVIDEO-EXPO---Workshop-KODAK</guid><pubDate>Tue, 03 Dec 2019 08:48:38 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_df8f4048518249129b2c1800a76a5db4~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>CINEVIDEO EXPO - Workshop Forest Finbow SONY-PLANAR - 3 DEZ -10H na Universidade Lusófona</title><description><![CDATA[<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_4ab7520980f44adcbe1c5259d19d2d78%7Emv2.jpg/v1/fill/w_637%2Ch_868/67a9d4_4ab7520980f44adcbe1c5259d19d2d78%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/12/03/CINEVIDEO-EXPO---Workshop-Forest-Finbow-SONY-PLANAR---3-DEZ--10H-na-Universidade-Lus%C3%B3fona</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/12/03/CINEVIDEO-EXPO---Workshop-Forest-Finbow-SONY-PLANAR---3-DEZ--10H-na-Universidade-Lus%C3%B3fona</guid><pubDate>Tue, 03 Dec 2019 08:46:50 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_4ab7520980f44adcbe1c5259d19d2d78~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>CINEVIDEO EXPO - 03 de DEZEMBRO na UNIVERSIDAE LUSÓFONA</title><description><![CDATA[Durante o dia de hoje vai estar aberta ao público a CINEVIDEO EXPO que tem lugar na Universidade Lusófona. Esta feira reúne um número importante de profissionais e empresas do sector audiovisual, bem como uma série de workshops com alguns convidados internacionais.<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_f883e33588e94891b0841a88e0e19219%7Emv2_d_1755_2482_s_2.jpg/v1/fill/w_637%2Ch_901/67a9d4_f883e33588e94891b0841a88e0e19219%7Emv2_d_1755_2482_s_2.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/12/03/CINEVIDEO-EXPO---03-de-DEZEMBRO-na-UNIVERSIDAE-LUS%C3%93FONA</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/12/03/CINEVIDEO-EXPO---03-de-DEZEMBRO-na-UNIVERSIDAE-LUS%C3%93FONA</guid><pubDate>Tue, 03 Dec 2019 08:42:28 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Durante o dia de hoje vai estar aberta ao público a CINEVIDEO EXPO que tem lugar na Universidade Lusófona. Esta feira reúne um número importante de profissionais e empresas do sector audiovisual, bem como uma série de workshops com alguns convidados internacionais.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_f883e33588e94891b0841a88e0e19219~mv2_d_1755_2482_s_2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Leonardo Simões aip vence Melhor Fotografia na Argentina</title><description><![CDATA[Parabéns ao Leonardo Simões nosso membro pela prémio recebido no festival de Internacional de Mar del Plata na Argentina pela sua fotografia no filme de Pedro Costa «Vitalina Varela». A atribuição deste galardão é uma escolha dos membros da associaçlão de diretores de fotografia argentinos ADF (Asociación de Autores de Fotografía Cinematográfica Argentina), o que dá um sabor ainda mais especial.<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_711ac5664b164d40a21bd7ddcad9e56d%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/11/20/Leonardo-Sim%C3%B5es-aip-vence-Melhor-Fotografia-na-Argentina</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/11/20/Leonardo-Sim%C3%B5es-aip-vence-Melhor-Fotografia-na-Argentina</guid><pubDate>Wed, 20 Nov 2019 01:12:23 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_711ac5664b164d40a21bd7ddcad9e56d~mv2.jpg"/><div>Parabéns ao Leonardo Simões nosso membro pela prémio recebido no festival de Internacional de Mar del Plata na Argentina pela sua fotografia no filme de Pedro Costa «Vitalina Varela». A atribuição deste galardão é uma escolha dos membros da associaçlão de diretores de fotografia argentinos ADF (Asociación de Autores de Fotografía Cinematográfica Argentina), o que dá um sabor ainda mais especial.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Technoboss com fotografia de Mário Castanheira aip.</title><description><![CDATA[Está em sala o filme «Technoboss» último trabalho do realizador João Nicolau que conta com a fotografia do nosso membro Mário Castanheira aip. Technoboss foi filmado em suporte analógico. Filmar em película hoje é raro e passou a ser considerado uma excentricidade. Fizemos uma conversa com o Mário Castanheira sobre o filme.1 - Porquê analógico? – Eu e o João Nicolau temos um particular apreço por este suporte e gostaríamos até de ter filmado em 35mm, mas o orçamento infelizmente era curto e<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_cf1d2769eed54ff79404cac326e78c02%7Emv2.jpg/v1/fill/w_637%2Ch_391/67a9d4_cf1d2769eed54ff79404cac326e78c02%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/11/18/Technoboss-com-fotografia-de-M%C3%A1rio-Castanheira-aip</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/11/18/Technoboss-com-fotografia-de-M%C3%A1rio-Castanheira-aip</guid><pubDate>Mon, 18 Nov 2019 22:46:25 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_cf1d2769eed54ff79404cac326e78c02~mv2.jpg"/><div>Está em sala o filme «Technoboss» último trabalho do realizador João Nicolau que conta com a fotografia do nosso membro Mário Castanheira aip. Technoboss foi filmado em suporte analógico. Filmar em película hoje é raro e passou a ser considerado uma excentricidade. Fizemos uma conversa com o Mário Castanheira sobre o filme.</div><div>1 - Porquê analógico? – Eu e o João Nicolau temos um particular apreço por este suporte e gostaríamos até de ter filmado em 35mm, mas o orçamento infelizmente era curto e optamos por filmar em 16mm. Acho que ao utilizar pelicula juntamente com o formato 1:66 conseguimos criar a imagem que Technoboss precisava. Utilizei película da Kodak com sensibilidades de 200T e 500T uma camara ARRI SR3 e um conjunto de objetivas Zeiss high speed. </div><div>2 – Como fizeste o acompanhamento laboratorial? </div><div> Infelizmente Portugal já não tem laboratório (Tobis).Para revelar, a produtora “O Som e a Fúria” aproveitou a via da co-produção francesa para revelarmos em França no laboratório SILVERWAY.</div><div> Semanalmente recebia as rushes digitalizadas por internet e analisávamos o trabalho. </div><div>3 – A abordagem de câmara como trabalharam o filme? </div><div>O João tem muito controlo sobre os enquadramentos e sobre a decoupage do filme. Neste filme temos planos em tripé, planos em dolly, car mount, low loader, steadicam. A posição de câmara, o enquadramento, são previamente escolhidos pelo João e todos nós, equipa de imagem, maquinaria tentamos reproduzir ao milímetro a opção do realizador. Tecnicamente é um desafio.</div><div>4 – Como trabalhaste a pós-produção?</div><div>Na pós-produção tiveram que ser realizados alguns efeitos especiais que estavam previstos e corrigir algumas imperfeições inerentes à utilização da película, e este trabalho foi feito pela Irmã Lúcia e Cosmolight em França. A correção de cor foi feita posteriormente pelo Paulo Américo. </div><div>5 – Com que equipa trabalhaste?</div><div>Tive na imagem a Lisa Persson, Helena Marina e Frederico Mesquita. Operador de Steadicam o Eberhard Schedl . Na iluminação o Luiz Paulo Xein e na maquinaria o Manuel Ramos mais conhecido entre os colegas pelo «Manuel dos Cavalos»</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_d912a0caecdb45698a7cdf861795ff36~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>TRISTEZA E ALEGRIA NA VIDA DAS GIRAFAS</title><description><![CDATA[Não há fome que não dê em fartura, pode-se dizer sobre o novo trabalho da dupla Tiago Guedes e João Lança Morais aip. Depois de alguns anos sem apresentarem nenhum trabalho eis que num curto espaço de tempo estreiam dois títulos. A «Tristeza e Alegria na Vida das Girafas» é o segundo filme de ambos estreado no mesmo ano o bem sucedido «A Herdade». João Lança Morais aip conhecido por Janeko tem assinado praticamente todas as obras de Tiago Guedes e esta Girafa não foge à regra. Um filme diferente<img src="https://i.vimeocdn.com/video/821021636_640.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/11/18/TRISTEZA-E-ALEGRIA-NA-VIDA-DAS-GIRAFAS</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/11/18/TRISTEZA-E-ALEGRIA-NA-VIDA-DAS-GIRAFAS</guid><pubDate>Mon, 18 Nov 2019 22:40:41 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Não há fome que não dê em fartura, pode-se dizer sobre o novo trabalho da dupla Tiago Guedes e João Lança Morais aip. Depois de alguns anos sem apresentarem nenhum trabalho eis que num curto espaço de tempo estreiam dois títulos. A «Tristeza e Alegria na Vida das Girafas» é o segundo filme de ambos estreado no mesmo ano o bem sucedido «A Herdade». João Lança Morais aip conhecido por Janeko tem assinado praticamente todas as obras de Tiago Guedes e esta Girafa não foge à regra. Um filme diferente em estilo do anterior «A Herdade» é um trabalho singular sobre uma menina que busca auxilio e procura-a no Primeiro – Ministro. O filme O filme é baseado na peça de teatro com o mesmo título, da autoria de Tiago Rodrigues.</div><div>Trailer</div><iframe src="https://player.vimeo.com/video/365290695"/><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_1d85f7731d714bff9b709a93da37706c~mv2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_89268f7d1c3344a8af7239f5f4fe27ba~mv2_d_1218_1718_s_2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_bcc34e3b453d422288b17ebc6e5d0b6e~mv2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_1268c01b73aa428995cd1a0a8b629219~mv2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_b60d26e5302f48e4b4377a8bdce740ef~mv2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_22cc1227663840b7915d47dbeb746712~mv2.png"/></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Direção de Fotografia Portuguesa ganha prémios na Argentina</title><description><![CDATA[Muitos parabéns aos nossos dois membros Rui Poças e Manuel Pinto Barros. Ambos venceram o prémio de melhor fotografia nas respetivas categorias. Na longas-metragem «Zama» de Lucrecia Martel com direção de fotografia de Rui Poças nas curtas-metragens «Entre Sombras» de Mónica Santos, Alice Guimarães com fotografia de Manuel Pinto Barros. O festival ADF é organizado pela nossa congénere na Argentina e esta foi a sua 5ª Edição e a segunda com filmes internacionais.]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/11/11/Dire%C3%A7%C3%A3o-de-Fotografia-Portuguesa-ganha-pr%C3%A9mios-na-Argentina</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/11/11/Dire%C3%A7%C3%A3o-de-Fotografia-Portuguesa-ganha-pr%C3%A9mios-na-Argentina</guid><pubDate>Mon, 11 Nov 2019 10:52:50 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Muitos parabéns aos nossos dois membros Rui Poças e Manuel Pinto Barros. Ambos venceram o prémio de melhor fotografia nas respetivas categorias. Na longas-metragem «Zama» de Lucrecia Martel com direção de fotografia de Rui Poças nas curtas-metragens «Entre Sombras» de Mónica Santos, Alice Guimarães com fotografia de Manuel Pinto Barros. O festival ADF é organizado pela nossa congénere na Argentina e esta foi a sua 5ª Edição e a segunda com filmes internacionais.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_c73a69b3c7db4af482da38e89749ee5b~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_13199db0c98b40b9adbfcdc6abda04e6~mv2.jpg"/></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Entrevista a Leonardo Simões aip a propósito de «Vitalina Varela».</title><description><![CDATA[Leonardo SimõesFoto: Kino-Doc.ptO realizador Pedro Costa volta de novo com mais um filme. Desta vez com «Vitalina Varela». O filme terá estreia em sala, pelo país e conta com a assinatura da direção de fotografia de Leonardo Simões aip e com a produção de Optec de Abel Ribeiro Chaves. Neste filme o realizador aborda de novo a temática dos imigrantes em particular vindos das ex-colónias e neste caso a figura central é Vitalina Varela de nome próprio que arranca com a sua interpretação o prémio<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_141fc066be4b4104b08e2d484f374cc1%7Emv2_d_4608_2592_s_4_2.jpg/v1/fill/w_637%2Ch_358/67a9d4_141fc066be4b4104b08e2d484f374cc1%7Emv2_d_4608_2592_s_4_2.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/10/29/Entrevista-a-Leonardo-Sim%C3%B5es-aip-a-prop%C3%B3sito-de-%C2%ABVitalina-Varela%C2%BB</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/10/29/Entrevista-a-Leonardo-Sim%C3%B5es-aip-a-prop%C3%B3sito-de-%C2%ABVitalina-Varela%C2%BB</guid><pubDate>Tue, 29 Oct 2019 23:42:54 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_141fc066be4b4104b08e2d484f374cc1~mv2_d_4608_2592_s_4_2.jpg"/><div>Leonardo Simões</div><div>Foto: Kino-Doc.pt</div><div>O realizador Pedro Costa volta de novo com mais um filme. Desta vez com «Vitalina Varela». O filme terá estreia em sala, pelo país e conta com a assinatura da direção de fotografia de Leonardo Simões aip e com a produção de Optec de Abel Ribeiro Chaves. Neste filme o realizador aborda de novo a temática dos imigrantes em particular vindos das ex-colónias e neste caso a figura central é Vitalina Varela de nome próprio que arranca com a sua interpretação o prémio melhor atriz no festival de Locarno na Suíça. De igual modo o realizador Pedro Costa teve o prémio máximo do festival, o Leopardo de Ouro. Pedro Costa é talvez, para não se dizer que é, o realizador mais conceituado a nível mundial drento do género «slow cinema». A prova disso foi vencer este conceituado prémio de um festival de categoria A algo que não é comum. José Álvaro de Morais também o conseguiu nos anos 80 com o filme «O Bobo»</div><div>Trailer: </div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/_oN9fFrwzhM"/><div>SITE OPTEC - <a href="https://www.optecfilmes.com/">https://www.optecfilmes.com/</a></div><div>O nosso associado Leonardo Simões aip foi o braço direito de Pedro Costa e com ele também partilha o sucesso do filme e em especial a excelente fotografia que ressalta desta obra. Falamos com ele numa conversa informal.</div><div>A entrevista:</div><div>1 – Não será certamente fácil trabalhar com Pedro Costa dada a sua forme meticulosa com a composição e com a iluminação, mas também ninguém espera facilidades na nossa profissão, explica como é trabalhar com um realizador como o Pedro que tem uma visão muito clara e concreta do que quer da imagem.</div><div>É preferível trabalhar com um realizador que se preocupa com todos os detalhes do filme, incluindo a luz, que só dá por terminado o trabalho quando tudo está bem. Pedro Costa é um realizador que nos obriga a ser meticulosos como ele é. É um realizador muito atento, aos actores, ao som, à produção e claro à imagem. Para ele todos os planos são preparados e construidos com tempo. Quando não está bem, refazemos, voltamos ao inicio se for necessário. é um trabalho ardo mas gratificante. </div><div>2 – Este filme foi feito ao longo de quanto tempo? Como decorrem os dias de filmagem?</div><div>O filme teve um ano de rodagem, seis dias por semana. Antes teve meses de preparação, para mim foram três ou quatro não me lembro. A finalização foi mais um ano com muitos e longos períodos de rodagem. No total terá sido, um pouco mais de dois anos, em que um e meio foi rodagem propriamente dita.</div><div>3 – Como se constitui uma equipa de filmagem ? Quem foram os teus colaboradores?</div><div>As equipas dos filmes que tenho feito com o Pedro Costa são pequenas, temos de ser polivalentes. Mas há momentos que está presente toda a parafernália do cinema e os técnicos profissionais: grupista, eletricista, maquinista e seus assistentes. No primeiro ano de rodagem estiveram sempre presentes dois &quot;apaixonados&quot; de cinema, estudantes de realização que trabalharam muito na iluminação: o João Leão e o Vitor Carvalho. O Vitor Carvalho foi muito importante nos trabalhos de pós-produção de imagem. O Carlos Almeida da empresa Irmã Lúcia e o Gonçalo Ferreira na correção de cor foram colaboradores muito importantes para a imagem do filme.</div><div>4 – Com que equipamento filmaste? E porquê esse equipamento?</div><div>A câmara foi a MiniAlexa com três objectivas: 15mm e 28mm Compact Prime e uma Zoom Tokina 11-16mm. Filmamos em 16.9 com formato 4:3 em ProRes422.</div><div>O equipamento de iluminação foi muito diversificado: sol, espelhos, esferovites, refletores, dedolight, pares 64, HMI, tungténios maxi-brutos, leds e Jokers, mas os décors também: noite, dia, exterior, interior, estúdio, chromas e retroprojecções.</div><div>5 – As imagens do filme lembram muito pinturas do período do renascimento, como Rembrandt essa é uma das vossas referências?</div><div>A imagem do filme tem momentos escuros, com cores densas e é essencialmente feita em planos fixos com objetivas grandes angulares. Talvez, isso leve a pensar em alguns casos da pintura. Mas realmente tenho a ideia que o pensamento é mais iluminar espaços escuros onde não há luz que são para ser escuros no filme.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_9a585d44029d4dd18ba1c99f0eebc4a1~mv2_d_4032_3024_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_08d8213073dd48d3bd8a675ae28a2964~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_982cf4680073436dab45078b9431de0b~mv2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_3e433510f83748edb18fd1718f715d3d~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_0e81a9ef86b94ce695edbb4888f09e3d~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_9787ee17590f4d3ba8818b93fc7bcc82~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_53fa6afa3ce74342864cdb31b4cc0ed8~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_e28445a7906c435fa9fb9d2c82945320~mv2.jpg"/></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O Director de Fotografia Paulo Menezes escreve sobre “Tempo Comum”.</title><description><![CDATA[“Tempo Comum”Longa metragem Ficção Realização : Susana NobreFotografia : Paulo Menezes.Produção: TerratremeCamera: Sony A7SII com Zeiss T2.1Gravador: Atomos Inferno - Prores 422HQ - 4KAspect Ratio: 1.66:1Sinopse:Num apartamento em Lisboa, Marta dedica-se aos cuidados maternos da sua primeira filha acabada de nascer, ao mesmo tempo que convalesce do parto. A casa acolhe múltiplas visitas: amigos e familiares que vêm receber o novo rebento e pôr a conversa em dia. Tempo Comum de Susana Nobre<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_2b75385a000b4289afaae4118df376ba%7Emv2.png/v1/fill/w_482%2Ch_289/67a9d4_2b75385a000b4289afaae4118df376ba%7Emv2.png"/>]]></description><dc:creator>Paulo Menezes</dc:creator><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/10/29/%E2%80%9CTempo-Comum%E2%80%9D-com-direc%C3%A7%C3%A3o-de-fotografia-de-Paulo-Menezes</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/10/29/%E2%80%9CTempo-Comum%E2%80%9D-com-direc%C3%A7%C3%A3o-de-fotografia-de-Paulo-Menezes</guid><pubDate>Tue, 29 Oct 2019 23:30:01 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>“Tempo Comum”</div><div>Longa metragem Ficção </div><div>Realização : Susana Nobre</div><div>Fotografia : Paulo Menezes.</div><div>Produção: Terratreme</div><div>Camera: Sony A7SII com Zeiss T2.1</div><div>Gravador: Atomos Inferno - Prores 422HQ - 4K</div><div>Aspect Ratio: 1.66:1</div><div>Sinopse:</div><div>Num apartamento em Lisboa, Marta dedica-se aos cuidados maternos da sua primeira filha acabada de nascer, ao mesmo tempo que convalesce do parto. A casa acolhe múltiplas visitas: amigos e familiares que vêm receber o novo rebento e pôr a conversa em dia. Tempo Comum de Susana Nobre (Estados da Matériae Provas, Exorcismos, IndieLisboa 2006 e 2015) continua o seu cinema onde a ficção se mescla com a realidade, retratando intimamente um momento marcante na vida de uma mulher. E depois, as rotinas instalam-se, como um barómetro que descreve uma nova estabilidade.</div><div>Texto:</div><div>Para este filme a realizadora pediu-me para tentarmos trabalhar uma luz que fosse intimista e que conseguisse tirar proveito das luzes de cena e ao mesmo tempo misturar uma luz exterior com interior. A maneira de filmar da Susana Nobre remete para um “neorealismo” onde os “actores” representam com base na sua própria vivência, para tal é importante enquanto mecanismo de construção da imagem manter uma certa distância de modo a interferir o mínimo possível na mise-en-scenee ao mesmo tempo criar um ambiente de luz naturalista. Modelar a luz e enquadrar de uma forma cinematográfica com o desafio de aproveitar ao máximo as condições oferecidas pelo décor.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_2b75385a000b4289afaae4118df376ba~mv2.png"/><div>Nesta imagem reforcei a luz que vem da janela que está fora de campo do lado esquerdo sendo essa a luz principal da cena, o recorte dos personagens dado pela profundidade de campo e pela quantidade de luz no fundo, neste caso foi cortada com um negro, desta forma consegui atingir uma luz mais naturalista de forma a deixar os “actores” instalados na cena, sem se sentirem constrangidos pelos meios técnicos próprios do cinema de ficção.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_1a454a3d3ba8482aa4caf4a9e5150064~mv2.png"/><div>Aqui vemos a protagonista do filme misturada entre 2 tipos de luz, uma luz “interior”, quente lado esquerdo e uma luz “exterior&quot; fria lado direito. A luz principal passou a ser a luz interior e neste caso é a que tem mais intensidade de forma a modelar o rosto sendo a luz exterior usado no fundo para recorte e tb no rosto, mas mais baixa para dar um ambiente de dia.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_7f4a22159a3d457ea901b3021e927871~mv2.png"/><div>Neste frame vemos a mistura de luz entre exterior e interior, sendo o a luz principal “interior” e o contra luz feito com a luz “exterior”.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Membros da aip em destaque na Argentina</title><description><![CDATA[Parabéns aos nossos membros.É com sentido orgulho que partilhamos esta boa noticia dos nossos associados que lograram ver os seus filmes em competição com outras cinematografias mundiais. A quinta edição do festival ADF na Argentina dedicado à direção de fotografia conta com 3 filmes de membros da aip. Rui Poças aip continua com «Zama» a competir nos mais diferentes certames. Está entre as 8 a concurso. Relembramos que o filme foi premiado como o prémio AIPCINEMA Melhor direção de fotografia]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/10/24/Membros-da-aip-em-destaque-na-Argentina</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/10/24/Membros-da-aip-em-destaque-na-Argentina</guid><pubDate>Thu, 24 Oct 2019 18:41:52 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Parabéns aos nossos membros.</div><div>É com sentido orgulho que partilhamos esta boa noticia dos nossos associados que lograram ver os seus filmes em competição com outras cinematografias mundiais. A quinta edição do festival ADF na Argentina dedicado à direção de fotografia conta com 3 filmes de membros da aip. </div><div>Rui Poças aip continua com «Zama» a competir nos mais diferentes certames. Está entre as 8 a concurso. Relembramos que o filme foi premiado como o prémio AIPCINEMA Melhor direção de fotografia longas-metragens de 2018. </div><div>Duas curtas metragens «Opte Por Amar Mais» com fotografia de Andreia Santos e “Entre Sombras” com fotografia de Manuel Pinto Barros também estão selecionados a concurso. </div><div>Desejamos as maiores felicidades.</div><div>«Opte Por Amar Mais» com fotografia de Andreia Santos</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_2905238e240343c49f8dfa67ef2da4d1~mv2_d_2910_1630_s_2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_85ba76698aab468e8fe7897b06f2ba10~mv2_d_3166_1772_s_2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_5e9f4ce2b6eb446a9ccac1f549dd13eb~mv2_d_3414_1908_s_2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_c3a169845fe940509ecf28212e0b1b04~mv2_d_2692_1512_s_2.png"/></div><div>“Entre Sombras” com fotografia de Manuel Pinto Barros</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_11bac10ba83849869de892522db0ec01~mv2_d_2980_1620_s_2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_2252ff942f814ad8868cd19294581d2d~mv2_d_2976_1642_s_2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_eacf1c305502478f96878c5a64032e62~mv2_d_2972_1638_s_2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_7204fe2e88c04b389c6a3c02da7b0dce~mv2_d_2964_1650_s_2.png"/></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>“Entre Sombras&quot; com fotografia de Manuel Pinto Barros na ADF.</title><description><![CDATA[A curta-metragem “Entre Sombras”, realizada por Alice Guimarães e Mónica Santos e com direcção de fotografia de Manuel Pinto Barros, encontra-se em competição no 5º Festival Internacional ADF de Fotografia Cinematográfica, onde será exibido no dia 7 de Novembro.Com um estilo visual a lembrar o film noir, “Entre Sombras” utiliza a liberdade das técnicas de animação para acrescentar uma carga mais surrealista, com movimentos de câmara e jogos de luz animados frame a frame.A direcção de fotografia<img src="https://i.vimeocdn.com/video/696590266_640.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/10/24/%E2%80%9CEntre-Sombras-com-fotografia-de-Manuel-Pinto-Barros-na-ADF</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/10/24/%E2%80%9CEntre-Sombras-com-fotografia-de-Manuel-Pinto-Barros-na-ADF</guid><pubDate>Thu, 24 Oct 2019 18:36:37 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><iframe src="https://player.vimeo.com/video/266349633"/><div>A curta-metragem “Entre Sombras”, realizada por Alice Guimarães e Mónica Santos e com direcção de fotografia de Manuel Pinto Barros, encontra-se em competição no 5º Festival Internacional ADF de Fotografia Cinematográfica, onde será exibido no dia 7 de Novembro.</div><div>Com um estilo visual a lembrar o film noir, “Entre Sombras” utiliza a liberdade das técnicas de animação para acrescentar uma carga mais surrealista, com movimentos de câmara e jogos de luz animados frame a frame.</div><div>A direcção de fotografia de “Entre Sombras” foi já premiada nos EUA (As IFF), Irlanda (Fastnet Filme Fest) e Portugal (Arouca Film Festival).</div><div>“Entre Sombras” é uma co-produção Luso-Francesa, com produção da Animais – Cinema de Animação, Vivement Lundi e Um Segundo Filmes.</div><div>Foram 4 meses de rodagem, divididos entre exteriores e o estúdio da Um Segundo Filmes, a pós-produção foi realizada na sua maioria em Rennes, sendo o colorista Pascal Novak.</div><div>O filme conta já com 120 selecções para festivais e 35 prémios, segundo dados da Agência da Curta Metragem.</div><div>Making of</div><iframe src="https://player.vimeo.com/video/301001960"/><iframe src="https://player.vimeo.com/video/301001978"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>&quot;Opte Por Amar Mais&quot; com fotografia de Andreia Saraiva na ADF.</title><description><![CDATA[A curta-metragem "Opte Por Amar Mais" encontra-se em competição internacional no 5to.Festival Internacional ADF de Fotografía Cinematográfica.Será exibida dia 4 de Novembro, às 21h no Centro Cultural 25 de Mayo, Buenos Aires, Argentina.Sinopsis Maria is 40 and has lung cancer. She lost hope, doesn’t believe in healing. She keeps smoking. Now she smokes to forget. On her birthday, she sees herdaughter Beatriz with a lollipop imitating her to smoke… From that moment on it's love that comes to<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_ee7324dbeffa42f492ad860fd58d86ee%7Emv2_d_3038_1704_s_2.png/v1/fill/w_637%2Ch_357/67a9d4_ee7324dbeffa42f492ad860fd58d86ee%7Emv2_d_3038_1704_s_2.png"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/10/22/Opte-Por-Amar-Mais-com-fotografia-de-Andreia-Saraiva-na-ADF</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/10/22/Opte-Por-Amar-Mais-com-fotografia-de-Andreia-Saraiva-na-ADF</guid><pubDate>Tue, 22 Oct 2019 06:39:02 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_ee7324dbeffa42f492ad860fd58d86ee~mv2_d_3038_1704_s_2.png"/><div>A curta-metragem &quot;Opte Por Amar Mais&quot; encontra-se em competição internacional no </div><div>5to.Festival Internacional ADF de Fotografía Cinematográfica.</div><div>Será exibida dia 4 de Novembro, às 21h no Centro Cultural 25 de Mayo, Buenos Aires, Argentina.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_85ba76698aab468e8fe7897b06f2ba10~mv2_d_3166_1772_s_2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_5e9f4ce2b6eb446a9ccac1f549dd13eb~mv2_d_3414_1908_s_2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_c3a169845fe940509ecf28212e0b1b04~mv2_d_2692_1512_s_2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_2905238e240343c49f8dfa67ef2da4d1~mv2_d_2910_1630_s_2.png"/></div><div>Sinopsis </div><div>Maria is 40 and has lung cancer. She lost hope, doesn’t believe in healing. She keeps smoking. Now she smokes to forget. On her birthday, she sees herdaughter Beatriz with a lollipop imitating her to smoke… From that moment on it's love that comes to life. The love of a mother who will have to find forces to walk across the corridor of life, with all the memories hanging on the walls and convince her daughter &quot;My love, whatever happens, remember... a princess does not smoke!”.</div><div>Biofilmografía</div><div>Andreia Santos is a Portuguese cinematographer, born in Lisboa on 1983. She graduated from Escola Superior de Cinema, Portugal and attended FAMU Film School, Praha, Check Republic. Andreia has been a cinematographer for various formats including awarded shorts (“Shoot Me” MIFF 2010) and 3 fiction features. Recently Andreia won 2 awards for Best Cinematography, Golden Earth and World Premiere Film awards with “Ephemerality”. Now she’s shooting a documentary of the director Manuel Mozos.</div><div>Motivación del Director de Fotografía </div><div>A drama to change behavior, focused on women that statistics show as growing numbers on starting smoking. While preparing with the director was clear the Past, Present and Future. The Past represented by photos that turn into colorful flashbacks where time is slower and from joyful moments we close up to inconsequent actions that shape the shaky Present, Maria’s corridor of self growing. From a hopeless blue smoky hole, passing to a flamed hell and finally evolving to a bright Edens’ garden where the projected image of a daughter in a mother's eye has to be: a happy future!</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>SUL - Entrevista a Pedro Cardeira</title><description><![CDATA[SUL - Série 9 episódiosUm inspetor da Polícia Judiciária (Adriano Luz), niilista e socialmente incapaz, investiga um conjunto de mortes suspeitas no Rio Tejo. Enquanto a investigação decorre, um país angustiado por uma forte crise económica e social agita-se. Estreia dia 29 de Setembro às 21h a série SUL, produzida pela Arquipélago Filmes, realizada por Ivo M. Ferreira, autoria de Edgar Medina e Guilherme Mendonça e com fotografia do nosso membro Pedro Cardeira. A série foi apresentada no<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_d2dc7830ef504da281d1c0d1ea376434%7Emv2.jpeg/v1/fill/w_448%2Ch_640/67a9d4_d2dc7830ef504da281d1c0d1ea376434%7Emv2.jpeg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/10/06/SUL---Entrevista-a-Pedro-Cardeira</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/10/06/SUL---Entrevista-a-Pedro-Cardeira</guid><pubDate>Sun, 06 Oct 2019 14:51:01 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_d2dc7830ef504da281d1c0d1ea376434~mv2.jpeg"/><div>SUL - Série 9 episódios</div><div>Um inspetor da Polícia Judiciária (Adriano Luz), niilista e socialmente incapaz, investiga um conjunto de mortes suspeitas no Rio Tejo. Enquanto a investigação decorre, um país angustiado por uma forte crise económica e social agita-se. Estreia dia 29 de Setembro às 21h a série SUL, produzida pela Arquipélago Filmes, realizada por Ivo M. Ferreira, autoria de Edgar Medina e Guilherme Mendonça e com fotografia do nosso membro Pedro Cardeira. A série foi apresentada no Festival de Cinema de Berlim e no IndieLisboa 2019 e foi inteiramente filmada em Lisboa e arredores. </div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_5de87175a4c24f169edd32eeb81b5a34~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_bfc7c870db6542c4ab07d9a87e3aecb8~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_d2dc7830ef504da281d1c0d1ea376434~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_2f8deab9323143c6ab5cbfbf69f7585f~mv2.jpeg"/></div><div>Falámos com Pedro Cardeira e colocámos algumas questões:</div><div>1 – Em que formato filmaste estes episódios?</div><div>A série foi filmada em UHD (16:9) com câmaras Sony FS7 e objectivas Ultraprime. Também usamos a zoom Zeiss 20-100 para cenas no rio. </div><div>2 – Quanto tempo de rodagem para cada um dos 45 minutos?</div><div>Tivemos no total 12 semanas de filmagens. O guião da série é muito complexo porque é uma história multiplot, com várias personagens e enredos a decorrer alternadamente. Tínhamos 80 decores e 120 actores! Uma loucura para um série portuguesa com os orçamentos que a nossa indústria pratica. </div><div>3 – Filmar no rio nunca é fácil como abordaste as cenas no rio Tejo? </div><div>Toda a série tem como personagem principal Lisboa e não podemos conceber a cidade sem a sua relação com o rio e a margem sul. Filmar no rio Tejo, especialmente nas cenas nocturnas foi um desafio. Na realidade estas cenas foram feitas numa única noite. Tínhamos de filmar rapidíssimo para conseguir cumprir esse dia de trabalho. Não havia nem tempo nem meios para iluminar muito. Deste modo, optei por ter pontos de vista com a cidade de fundo. Permitia não só relacionar-nos sempre com a cidade, como teria um fundo que reflectia sobre as águas do rio. Como o corpo era descoberto por um cacilheiro, coloquei Par 64 (operado por um dos nosso iluminadores) na coberta do barco para reforçar a iluminação e inclusive utilizei os holofotes do cacilheiro. </div><div>Foi extremamente complicado coordenar os movimentos do cacilheiro com o bote onde se encontrava a câmara, devido às fortes correntes do rio. Felizmente, como a iluminação era operada permitiu que tivesse sempre direcionada para onde queríamos. Por outro lado, optamos por utilizar um Ronin como estabilizador, o que permitiu resolver muitos problemas na coordenação dos barcos. O Ronin (bem como a steadicam durante boa parte da série), foi operado pelo Leandro Silva, que fez um trabalho fantástico e é, sem dúvida, um dos melhores operadores que temos entre nós.</div><div>Os planos subaquáticos foram feitos nessa mesma noite dentro do rio Tejo com uma dupla da actriz. Foi terrível devido às correntes do Tejo. Dificilmente ela conseguia se manter na posição ou nós conseguíamos manter o barco junto dela. Felizmente, o Miguel Malheiros, que operou com uma Sony a7S II em caixa estanque, conseguiu captar as belas imagens que vemos no início da série. </div><div>Toda a cena foi filmada em low low key que graças à grande sensibilidade das câmaras permitiu captar muito detalhe nos negros. Inclusive, quando chegamos ao grading pedi à Andreia Bertini (da Walla Collection) para baixar o céu porque não era credível ver-se tanto detalhe.</div><div>4 – Com o realizador abordaste alguma estética específica para esta série?</div><div>Esta série foi um longo processo de maturação. Filmámos um longo teaser em 2016, para que a Arquipélago Filmes conseguisse apoios, quando ainda boa parte da série não estava escrita. Nessa altura, nem sabíamos bem o que ia acontecer a seguir, apenas sabíamos que iriam haver várias personagens e que os seus destinos se cruzariam. O Edgar Medina, produtor e um dos autores da série, apenas nos disse que esta era uma série negra, lisboeta e mediterrânea. Desde aí, ficou esta ideia que nos perseguiu para sempre. Fui mostrando ao Ivo Ferreira e ao Edgar Medina imensos exemplos que se não se tornaram propriamente referencias mas ficaram-nos na memória por que eles gostaram. Poderia ser um filme inteiro, uma cena ou apenas um plano. A partir daí, fomos vendo os decores e construindo o estilo. Não queríamos propriamente Film Noir look, mas algo mais Neo Noir, em que houvesse cambiantes subtis entre os mundos das diversas personagens. Optámos por ter os espaços do Humberto (Adriano Luz) mais quentes e densos, os do Matilha (Afonso Pimentel) mais saturados e contrastados, a igreja do Santoro (Ivo Canelas) mais fria. Isto permitiria também mostrar os diversos ambientes da cidade de Lisboa. Em reuniões com a nossa directora de arte, a Nádia Henriques, fomos também definindo uma paleta de cores, tendo este principio em mente. Devo dizer que a Nádia fez um trabalho incrível com os habituais poucos recursos e tempo e uma enormidade de decores! </div><div>5 – Na apresentação do filme diz-se que é um filme arrojo moderno no estilo o que fizeram para sair do classicismo imposto pelas regras convencionais?</div><div>Classicismo não pertence ao léxico do Ivo Ferreira. Portanto, à partida sabíamos que iríamos para um estilo mais moderno. Mas também sabíamos que teríamos de estar dentro das regras do género para não o trairmos. Não era uma questão de subvertermos as regras mas de as repensarmos, adaptando-as à realidade de Lisboa. Ao contrário do que se espera no Film Noir, grande parte da série passa-se de dia. Procurou-se ambientes industriais e bairros históricos e típicos, não apenas para acentuar o lado lisboeta mas criar uma coesão visual. Estes locais têm muito em comum em termos lúminicos, possuem janelas que marcam e definem bem a luz e cria-se assim uma rima entre eles. Permitiam ter zonas de luz que contrastavam com zonas de escuro. No entanto, nunca quis que se deixasse de ver no escuro porque seria aí que estas personagens se iriam movimentar, onde o seu lado mais obscuro existe. Ao invés de termos personagens desenhadas pelas luz, temos espaços desenhados e personagens que circulam livremente. Desta forma, o espaço, e neste caso Lisboa, ganha importância, mantendo a relação com o género. Por outro lado, usamos quase sempre pontos de vista com janelas ao fundo, luz forte a entrar por elas. O espaço interior atira-nos sempre para o exterior, quente, mediterrâneo, o sul, tal como perguntam sempre as personagens ao longo da série: “Já pensaste largar tudo e partir para o Sul?”. </div><div>6 – Quem foi a tua equipa? </div><div>Foi uma honra ter comigo uma equipa de luxo. Para além do Leandro Silva que já referi e que foi substituído pelo Tiago Faria porque tinha um outro trabalho já marcado, tive a &quot;Dra.” Silvia Diogo como 1ª Assistente da câmara A e o Marcel Encarnação na câmara B, o António Silva como 2º assistente e o Francisco Duarte como 3º assistente, para além das minhas queridas estagiárias Mariana Quaresma, Mafalda Fresco, Luiza Cardoso e Inês Albuquerque. A Lisa Persson e a Joana Magalhães fizeram comigo cenas adicionais. Na equipa de iluminação e maquinaria tive como chefe Hugo Espirito Santo, assistido pelo o Artur Andrade, José Loureiro, o Topé Santos, o Fábio Alas e muito outros que foram vindo como reforços. Nas cenas adicionais, o Artur Andrade passou para chefe por indisponibilidade do Hugo. “Last but not the least”, já referi a Andreia Bertini, a nossa “feiticeira das cores”. Tenho que agradecer a todos o trabalho extraordinário, a dedicação e a boa disposição numa rodagem tão exigente e difícil. </div><div>7 – De onde veio o equipamento de câmara/iluminação/maquinaria?</div><div>O equipamento de câmara foi uma “salada russa” porque teve várias proveniências. A Arquipélago Filmes tem a sua própria Sony FS7 e eu trouxe a câmara da minha empresa Inner Harbour Films em Macau. O Leandro usou o seu próprio steadicam e estabilizador. Tudo foi “embrulhado” com o restante equipamento da Planar, que mais uma vez conseguiu “misturar e temperar esta salada”. Se tiver de nomear apenas um fornecedor de equipamento de câmara nesta série, a Planar será com certeza a escolhida. O restante material de iluminação e maquinaria veio da Smiling. Resta-me referir que ao longo da série houve várias equipas de drone que vinham conforme as disponibilidades e o Miguel Malheiros, que fez as imagens subaquáticas, utilizou o seu próprio equipamento.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Guilherme Daniel ganha MotelX</title><description><![CDATA[O Prémio MOTELx de Melhor Curta-Metragem de Terror Portuguesa foi ontem atribuído ao filme "Erva Daninha", realizado e fotografado pelo membro da AIP Guilherme Daniel. O Júri composto por Howard David Ingham, Raquel Freire e Samuel Úria justificou a escolha da seguinte forma: “The film we chose as the winner surprised us more than any of the others. It has a sustained sense of dread, and was the only film in a strong competition that truly communicated the uncanny. All three of us found<img src="https://i.vimeocdn.com/video/798473613_640.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/09/18/Guilherme-Daniel-ganha-MotelX</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/09/18/Guilherme-Daniel-ganha-MotelX</guid><pubDate>Tue, 17 Sep 2019 23:44:42 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><iframe src="https://player.vimeo.com/video/347985663"/><div>O Prémio MOTELx de Melhor Curta-Metragem de Terror Portuguesa foi ontem atribuído ao filme &quot;Erva Daninha&quot;, realizado e fotografado pelo membro da AIP Guilherme Daniel. O Júri composto por Howard David Ingham, Raquel Freire e Samuel Úria justificou a escolha da seguinte forma: “The film we chose as the winner surprised us more than any of the others. It has a sustained sense of dread, and was the only film in a strong competition that truly communicated the uncanny. All three of us found ourselves fascinated and disturbed by this film from the very beginning. The two leads gave tremendous, sensitive performances with very little dialogue to work with. The visual presentation and sound design work together to provide a sense of realness and earthiness and a very strong feeling, more than any other film in this year's competition, of being uniquely and authentically Portuguese.&quot;</div><div>O filme retrata um casal que cultiva um aparentemente infértil. Um dia, encontram na terra uma semente negra que virá a crescer e a tornar-se uma estranha influência nos seus comportamentos.</div><div><a href="https://www.publico.pt/2019/09/15/culturaipsilon/noticia/erva-daninha-guilherme-daniel-vencedor-festival-motelx-1886735">https://www.publico.pt/2019/09/15/culturaipsilon/noticia/erva-daninha-guilherme-daniel-vencedor-festival-motelx-1886735</a></div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_d2e7c10a755948cdbe150153d7b07e72~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_573309c50c9b4d5b9be09f78b808d95e~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>&quot;Häuschen - A Herança&quot; com Fotografia de Mário Guilherme no MotelX</title><description><![CDATA[Está aí mais uma edição do MotelX e com o festival vem o terror a Lisboa. A organização desde que iniciou o prémio para Melhor Curta de Terror Portuguesa com prémio monetário motivou grande interesse na comunidade que todos os anos produz propositadamente para concorrer ao festival. É uma iniciativa louvável do festival que despertou nos cineastas interesse em fazer filmes e com isso também diretores de fotografia que podem experimentar o desenho de luz em séries do género. É o caso de Mário<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_5442a902742849d6b5d88692016b6c87%7Emv2.jpg/v1/fill/w_637%2Ch_267/67a9d4_5442a902742849d6b5d88692016b6c87%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/09/12/H%C3%A4uschen---A-Heran%C3%A7a-com-Fotografia-de-M%C3%A1rio-Guilherme-no-MotelX</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/09/12/H%C3%A4uschen---A-Heran%C3%A7a-com-Fotografia-de-M%C3%A1rio-Guilherme-no-MotelX</guid><pubDate>Thu, 12 Sep 2019 00:13:46 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_5442a902742849d6b5d88692016b6c87~mv2.jpg"/><div>Está aí mais uma edição do MotelX e com o festival vem o terror a Lisboa. A organização desde que iniciou o prémio para Melhor Curta de Terror Portuguesa com prémio monetário motivou grande interesse na comunidade que todos os anos produz propositadamente para concorrer ao festival. É uma iniciativa louvável do festival que despertou nos cineastas interesse em fazer filmes e com isso também diretores de fotografia que podem experimentar o desenho de luz em séries do género. É o caso de Mário Guilherme nosso membro que verá a curta que fotografou «Häuschen - A Herança» realizado pela dupla Paulo A. M. Oliveira, Pedro Martin no próximo dia 14.</div><div>A curta-metragem &quot;Häuschen - A Herança&quot; com Direcção de Fotografia de Mário Guilherme pode ser vista no MotelX: <a href="https://www.motelx.org/filmes/haeuschen-a-heranca">https://www.motelx.org/filmes/haeuschen-a-heranca</a></div><div>Perdidos na floresta, numa noite de tempestade, Maria e Miguel refugiam-se no casebre de um velho lenhador. Aquela cabana parece ser o local ideal para se libertarem todos os desejos, fomes e feitiços. Mas, aparentemente, o velho lenhador de estranhos hábitos não vive só.</div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/chkfIFDHGqQ"/><div>REALIZAÇÃO Paulo A. M. Oliveira, Pedro Martins ARGUMENTO Pedro Martins PRODUÇÃO Anabela Gonçalves, Carolina Vilardouro ELENCO José Raposo, Adriana Moniz, Fernando Pires LÍNGUA Português LEGENDAS Inglês VENDAS Paulo Oliveira 2focusimage@gmail.com</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>“Prazer, Camaradas” com fotografia de Hugo Azevedo</title><description><![CDATA[«Após a revolução do 25 de Abril, Eduarda, João e Mick viajam da Europa do Norte para trabalhar nas cooperativas das herdades ocupadas em Portugal. Como muitos outros vêm ajudar nas atividades rurais e pecuárias, dar consultas médicas, aulas de planeamento familiar, mostrar filmes de educação sexual e participar nos bailes tradicionais. Trazem muitas perguntas, mas os “camaradas do sul” tem mais interrogações do que respostas.». É assim que é apresentada a nova longa-metragem de José Filipe<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_5c6f81a661cd4f45bd1d1deb0c733964%7Emv2.jpg/v1/fill/w_637%2Ch_353/67a9d4_5c6f81a661cd4f45bd1d1deb0c733964%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/09/01/%E2%80%9CPrazer-Camaradas%E2%80%9D-com-fotografia-de-Hugo-Azevedo</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/09/01/%E2%80%9CPrazer-Camaradas%E2%80%9D-com-fotografia-de-Hugo-Azevedo</guid><pubDate>Sun, 01 Sep 2019 00:15:29 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_5c6f81a661cd4f45bd1d1deb0c733964~mv2.jpg"/><div>«Após a revolução do 25 de Abril, Eduarda, João e Mick viajam da Europa do Norte para trabalhar nas cooperativas das herdades ocupadas em Portugal. Como muitos outros vêm ajudar nas atividades rurais e pecuárias, dar consultas médicas, aulas de planeamento familiar, mostrar filmes de educação sexual e participar nos bailes tradicionais. Trazem muitas perguntas, mas os “camaradas do sul” tem mais interrogações do que respostas.». É assim que é apresentada a nova longa-metragem de José Filipe Costa com fotografia do nosso membro Hugo Azevedo que teve estreia na recente edição do festival de Locarno e que agora estará em competição no 63.° Festival de Londres. </div><div>O filme, que mistura documentário com ficção, conta com a participação das pessoas que viveram as ocupações quando eram jovens, e hoje, com rugas a provar a idade, são desafiadas a recriar as situações que viveram em primeira mão no pós 25 de abril.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_69a0244992b94f1aa601ddf8163f5c62~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_3633088783ce4bc9b9c4a74766db81d7~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_66830b71df5e46068b3d881dc46c1150~mv2.jpg"/></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>HERDADE, fotografia de João Lança Morais aip</title><description><![CDATA[Com estreia marcada nas salas portugueses neste mês de setembro, o filme de Tiago Guedes, «A herdade» fotografado pelo nosso membro João lança Morais aip, a avaliar pelas reações criticas em festivais internacionais, está a levantar grandes expectativas. O filme segundo a sinopse aborda «A saga de uma família proprietária de um dos maiores latifúndios da Europa, na margem sul do rio Tejo, fazendo o retrato da vida histórica, política, social e financeira de Portugal, dos anos 40, atravessando a<img src="http://img.youtube.com/vi/8Z4-Jnz4l0k/mqdefault.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/09/01/HERDADE-fotografia-de-Jo%C3%A3o-Lan%C3%A7a-Morais-aip</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/09/01/HERDADE-fotografia-de-Jo%C3%A3o-Lan%C3%A7a-Morais-aip</guid><pubDate>Sun, 01 Sep 2019 00:08:17 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/8Z4-Jnz4l0k"/><div>Com estreia marcada nas salas portugueses neste mês de setembro, o filme de Tiago Guedes, «A herdade» fotografado pelo nosso membro João lança Morais aip, a avaliar pelas reações criticas em festivais internacionais, está a levantar grandes expectativas. O filme segundo a sinopse aborda «A saga de uma família proprietária de um dos maiores latifúndios da Europa, na margem sul do rio Tejo, fazendo o retrato da vida histórica, política, social e financeira de Portugal, dos anos 40, atravessando a Revolução do 25 de Abril e até aos dias de hoje». É neste contexto narrativo que atravessa diversas décadas que assentamos a nossa conversa com o diretor de fotografia João Lança Morais entre amigos o Janeko.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_99574004ef7e4d0fba20cdb476c71391~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_f2dcf5a215034fc89b3ea4b4dd25b801~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_ca5376292049412a86b82b8427e22413~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_b282f402e9b1444db60fcc63b847683b~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_ef5e73bd511f4940a7ec3af9c0569017~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_d597389bc39a4b7c974884030d1bb49e~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_991214bbce8c42558dd6820099b29457~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_9a27e2763968472f9c07a1505712e3bd~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_6c0307ca6885495cbe4d5e554972355f~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_c0c9527596b44799a69e87803c0aa980~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_568910542f744d82a3b07248ada9aec0~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_290802f7d0194d0c9eaf379a5bb4acc3~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_3cb8028fd131438799ed58a7cac870b2~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_e5b7bc8999fe447aa2054aa0107b95be~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_1db66cd679ca4c80b6a4b164cea23bb0~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_6bdaec66f08c44a9883935f9d0048bbe~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_fa31be1ce85e4f1f900caff0e285f956~mv2.jpeg"/></div><div>1 - Como abordaste com o realizador a questão do tempo no filme? Já que se desenrola ao longo de vários anos. Pensaram nalgum esquema temporal, dar uma imagem temporal?</div><div>Foi uma das questões que mais falamos. Se conseguiríamos passar cada época na captação ou se por outro lado teríamos de nos apoiar muito na correção de cor e pós produção. Acho que acabamos por fazer ambas consoante os meios que tínhamos à disposição. Sendo um filme que atravessa várias décadas era preciso vincar essas diferenças. Sendo um filme com meios limitados acabamos naturalmente por utilizar a direção de arte e guarda roupa a nosso favor e reforçar essa diferença na correção de cor.</div><div>O filme é a saga de uma família que atravessa três décadas e que acaba completamente desfeita emocionalmente e financeiramente. Naturalmente a história fica cada vez mais dramática com o passar do tempo e para nós a reação natural foi marcar essa evolução com uma luz também ela mais contrastada, mais densa. Sabíamos que teríamos de marcar alguma diferença na imagem em cada uma delas. Uma vez mais tivemos de ser criativos nessa abordagem e tirar partido da correção de cor para nos ajudar a marcar melhor cada época sobretudo os anos 50 sem nunca cair no excesso de correção de cor. Onde tiramos mais partido dessa correcção até foi nos muito braves anos 50, depois nas décadas de 70 e 90 a própria direcção de arte, guarda roupa e caracterização foram sempre a melhor forma de vincar melhor cada época.</div><div>2 - Nas decisões relativamente à posição de câmara e movimentos como abordaram as decisões? Foi em conjunto?</div><div>Foi uma mistura. O Tiago muitas vezes é muito preciso naquilo que quer filmar. A cena do baile é um bom exemplo em que o Tiago quis sempre que fosse um plano sequência que dura 8 minutos, com muita movimentação de atores de câmara onde todos, atores e equipa tinham de estar super focados para correr bem. Noutras situações construímos os dois em cima do texto e no que para nós fizesse sentido que fosse a posição de câmara. De uma maneira geral e quando não sabíamos exatamente como iriamos cobrir uma cena, tentávamos estar no décor antes de toda a gente, ler a cena e esperar pelos atores para o ensaio e em cima disso posicionávamos a câmara.</div><div>3 – Que câmara e objetivas escolheste? E Porquê?</div><div>Inicialmente queríamos filmar em formato anamórfico porque o filme é de certa forma épico no sentido em que atravessa várias décadas e é um formato que nos ajudava a passar a grandeza e imensidão do Alentejo. É um formato panorâmico e que se adapta bem a paisagens. Como a dado altura não conseguimos ter as lentes que queríamos decidimos manter o formato de relação de aspeto anamórfico. Por isso na realidade fizemos um crop na imagem. A câmara foi a Alexa Mini porque é super versátil e sabíamos que íamos precisar de nos adaptar a situações inesperadas como limitações de espaço e técnicas como o uso de steadicam. As lentes que usamos foram as Cooke S4 porque sabia que teríamos sempre limitações na captação e na forma de iluminar os espaços. O principio foi sempre iluminar com pouco e com contraste e as Cooke penso que nos ajudaram de certa maneira a atenuar esse contraste na captação. Chegados à correção de cor quisemos quase sempre voltar a puxar pelo contraste original de captura.</div><div>4 – Como planeaste a fotografia para o filme?</div><div>De todas as referencias fotográficas e filmes que vimos houve umas que sobressaíram mais, o trabalho do fotógrafo Artur Pastor (https://arturpastor.tumblr.com/), a saga de o «O Padrinho» 1972 pelos ambientes e pela abordagem ao claro escuro. Muitos filmes do Paul Thomas Anderson e filmes mais antigos como o &quot;Home from the Hill&quot; 1960 que foi a referencia base para todo este filme, quer dramaturgicamente, quer em termos de realização ou abordagem de câmara. É um grande filme que nunca teria visto se não fosse «A Herdade». O processo de preparar um filme é talvez das melhores partes, porque é onde tudo é possível e onde são vários os caminhos que podemos escolher. Pode chegar a um momento de abstração criativa onde tudo é questionado. Depois de falar com o Tiago e com o Paulo e logo pelo inicio, a intuição dizia-nos que tinha de ser um filme escuro, contrastado dramático e acho que isso foi determinante também na fase de pesquisa. Vimos muitos documentários dessas décadas sendo o maior deles «A Torre Bela» que se passa em 1977 e que é acerca da ocupação de uma das maiores propriedades de Portugal à época. Está no youtube livre acesso https://www.youtube.com/watch?v=L6OiWT38gvk, vale a pena ver. Fizemos também pesquisa do trabalho de fotógrafos como Saul Leiter e outros fotógrafos da Magnum. A preparação é um processo de estudo que é maravilhoso porque descobrimos e aprendemos. É muito bom.</div><div>5 – O que é que te correu particularmente bem que possas mencionar?</div><div>O fazer mais com menos. O facto de termos algumas limitações obriga-nos a ser mais criativos e isso é desafiante e é nestas alturas em que temos de arranjar soluções na rodagem ou na répèrage que as discussões servem para conhecermos melhor a equipa. Uma coisa que tenho aprendido é que não adianta lutar contra uma dificuldade quando ás vezes a podemos usar em nosso favor. Ás vezes os resultados dessa adaptação surpreendem no bom sentido. Lembro-me da cena da noite do 25 de abril onde sabíamos que tínhamos pouco tempo, ia ser noite e íamos estar muito longe de Lisboa por razões de logística dos carros militares, os meios também não eram enormes e tivemos de nos adaptar e tirar partido da própria coluna de carros militares que se cruzava com o carro do casal protagonista e foram as luzes desses carros que iluminaram grande parte dessa cena. de outra forma era impossível iluminar um exterior noite daquela dimensão.</div><div>6 - O que é que te correu menos bem no filme que não foi o que esperavas?</div><div>O facto de termos filmado nos meses de junho e julho e contarmos com tempo seco e quente e no primeiro dia de rodagem que é a apresentação do território da herdade fomos surpreendidos por uma chuva miudinha constante o dia todo e um céu tempestuoso. Se calhar até foi uma bênção (risos)</div><div>7- Quem foi a tua equipa?</div><div>Foi uma equipa maravilha e do melhor que se pode ter, pela entrega e pela forma constante com que se dedicaram a este filme. Não foi fácil em alguns momentos. Foi uma equipa de pessoas com muita experiencia em cinema e que também me ajudaram muito ao longo de toda a rodagem. Quando estamos a preparar a forma de atacar a luz de uma cena ou décor aprendemos muito durante essa troca de ideias e experiencias que cada um trás de outros projetos e das suas experiencias de vida.</div><div>Assistente de câmara: Iana Ferreira, Leonor Coelho Joana.</div><div>Chefe eletricista - Hélder Loureiro, Tiago Loureiro</div><div>Maquinistas Carlos Melo, Alexandre silva e Eduardo carvalho</div><div>Steadicam e gimbal - Eberhard Schedl</div><div>Correção de cor: Kino - Rita Lamas</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Cristiano Santos novo membro aip</title><description><![CDATA[O jovem Cristiano Santos junta-se à associação de imagem.Nascido em Guimarães, estou na UBI na Covilhã onde concluiu a licenciatura em cinema e completou o mestrado com passagem pela escola da República Checa a conhecida FAMU. Estagiou e trabalhou na Smiling no departamento de iluminação e imagem tornando-se em 2016 diretor de fotografia por conta própria desenvolvendo a profissão nas áreas do videoclipe e publicidade.Diz-se admirador dos grandes mestres da fotografia como o nosso membro<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_705dfd7041cc4a05babeb54e094ae3b7%7Emv2_d_1600_1200_s_2.jpg/v1/fill/w_637%2Ch_478/67a9d4_705dfd7041cc4a05babeb54e094ae3b7%7Emv2_d_1600_1200_s_2.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/08/31/Cristiano-Santos-novo-membro-aip</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/08/31/Cristiano-Santos-novo-membro-aip</guid><pubDate>Sat, 31 Aug 2019 11:18:38 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_705dfd7041cc4a05babeb54e094ae3b7~mv2_d_1600_1200_s_2.jpg"/><div>O jovem Cristiano Santos junta-se à associação de imagem.</div><div>Nascido em Guimarães, estou na UBI na Covilhã onde concluiu a licenciatura em cinema e completou o mestrado com passagem pela escola da República Checa a conhecida FAMU. Estagiou e trabalhou na Smiling no departamento de iluminação e imagem tornando-se em 2016 diretor de fotografia por conta própria desenvolvendo a profissão nas áreas do videoclipe e publicidade.</div><div>Diz-se admirador dos grandes mestres da fotografia como o nosso membro honorário Vittorio Storaro, Nestor Almendros, por Conrad Hall, Roger Deakins e claro Emmanuel Lubezki. Os colegas dão as boas vindas ao Cristiano e desejam-lhe uma carreira feliz. </div><div><a href="https://cristianosantos.film/">https://cristianosantos.film/</a></div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_cc704fba8de04b84b9aa337fb5ef9149~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_52377c3bf19c45b0864b68947eb2c843~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>“Shallow Water Blackout” fotografado por Mário Melo Costa estreia no LIAF 2019 - Noruega</title><description><![CDATA[O filme de Trygve Luktvasslimo, “Shallow Water Blackout” estreia no sábado, 31 de Agosto, durante o Festival Internacional de Arte de Lofoten. A cinematografia é do nosso associado Mário Melo Costa. O filme foi rodado em Lofoten na Noruega no início de 2019.Um dos lemas do festival é facilitar "uma plataforma discursiva, engajada e social, onde diferentes posições, experiências visuais se desenrolarão no encontro entre o local e o global".O filme aborda talvez o tema mais global do festival: O<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_7915619c8d5e4efa87d0a11e12ea42f4%7Emv2.png/v1/fill/w_637%2Ch_269/67a9d4_7915619c8d5e4efa87d0a11e12ea42f4%7Emv2.png"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/08/29/%E2%80%9CShallow-Water-Blackout%E2%80%9D-fotografado-por-M%C3%A1rio-Melo-Costa-estreia-no-LIAF-2019---Noruega</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/08/29/%E2%80%9CShallow-Water-Blackout%E2%80%9D-fotografado-por-M%C3%A1rio-Melo-Costa-estreia-no-LIAF-2019---Noruega</guid><pubDate>Thu, 29 Aug 2019 21:29:30 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_7915619c8d5e4efa87d0a11e12ea42f4~mv2.png"/><div>O filme de Trygve Luktvasslimo, “Shallow Water Blackout” estreia no sábado, 31 de Agosto, durante o Festival Internacional de Arte de Lofoten. A cinematografia é do nosso associado Mário Melo Costa. O filme foi rodado em Lofoten na Noruega no início de 2019.</div><div>Um dos lemas do festival é facilitar &quot;uma plataforma discursiva, engajada e social, onde diferentes posições, experiências visuais se desenrolarão no encontro entre o local e o global&quot;.</div><div>O filme aborda talvez o tema mais global do festival: O Clima. É sobre sua crianças Amelia e Steven, que cometem um motim a bordo do luxuoso navio &quot;The World”.</div><div>A correcção de cor é do João Nunes e foi feita na Continue Walking em Lisboa.</div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/MitqHxXyt4w"/><div> Fotografias da rodagem em Valberg, Lofoten.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_493b796ad0ae46f7a2a40da9b37235c9~mv2_d_2048_1365_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_9c1f11e5c92442c8b7f5fa7e79f65f85~mv2_d_2048_1365_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_b51abfde72e145e882a7ef109e86f66a~mv2_d_2523_2523_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_b7a721f3051e4001850eb8bb98dca8c3~mv2_d_3964_2973_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_ec967363aa47483889f0120d8e983d05~mv2_d_2864_2864_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_1973e63ff18f484f8b5f5bfcb4f0be92~mv2_d_2774_2774_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_053e491fc08d45a2b68eb6739ccfa258~mv2_d_3854_2891_s_4_2.jpg"/></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Casa Amarela, rodado em Ovar.</title><description><![CDATA[O documentário fotografado pelo nosso membro Paulo Martinho realizado por Ana Luísa Lopes "A Casa Amarela", foi selecionado para diversos festivais de cinema. O documentário que se centra em «Corpo polifónico que sugere a existência de um imaginário comum em Ovar. Uma casa amarela, que suscita ora medo, ora curiosidade nos habitantes da região, serve de mote a uma conversa tecida a vários tempos, ritmos e espaços pelos fios da imaginação e do ouvir dizer.» Para criar a atmosfera para o filme o<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_612432da117f4090acf5896b088288e6%7Emv2_d_3508_4961_s_4_2.png/v1/fill/w_478%2Ch_676/67a9d4_612432da117f4090acf5896b088288e6%7Emv2_d_3508_4961_s_4_2.png"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/08/27/Casa-Amarela-rodado-em-Ovar</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/08/27/Casa-Amarela-rodado-em-Ovar</guid><pubDate>Tue, 27 Aug 2019 10:02:16 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_612432da117f4090acf5896b088288e6~mv2_d_3508_4961_s_4_2.png"/><div>O documentário fotografado pelo nosso membro Paulo Martinho realizado por Ana Luísa Lopes &quot;A Casa Amarela&quot;, foi selecionado para diversos festivais de cinema. O documentário que se centra em «Corpo polifónico que sugere a existência de um imaginário comum em Ovar. Uma casa amarela, que suscita ora medo, ora curiosidade nos habitantes da região, serve de mote a uma conversa tecida a vários tempos, ritmos e espaços pelos fios da imaginação e do ouvir dizer.» Para criar a atmosfera para o filme o Paulo variou entre planos gerais, indo depois até pormenores interessantes da casa, como teias de aranha, que serviram de suporte enquanto se ouvem as vozes que contam a história acerca da casa. Para o efeito o Paulo utilizou uma Canon 5D MKII e zoom Canon 24-105mm f4.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_d89d95fb311045a79479646f8db720da~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_f80f43a9381f44d98a7e90a557dd4fd5~mv2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_d0529877414e49398bb7f8e7016d2eed~mv2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_9dd3fc7a012544df87a91e5097b6fd49~mv2.png"/></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>«Variações» - Entrevista a André Szankowski aip AFC</title><description><![CDATA[A propósito da estreia do aguardado filme «Variações» realizado por João Maia tivemos uma pequena conversa com o autor que assina a fotografia o nosso associado André Szankowski o qual transcrevemos aqui. Fazer um filme de época onde o protagonista ainda está muito presente na memória coletiva como abordaste este problema com o realizador?O João Maia entrevistou muitas pessoas que conheceram o António, e eu também acabei por conhecer várias que conviveram com ele. Tentei saber o máximo de coisas<img src="http://img.youtube.com/vi/RxeTsoBghX4/mqdefault.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/08/27/%C2%ABVaria%C3%A7%C3%B5es%C2%BB---Entrevista-a-Andr%C3%A9-Szankowski-aip-AFC</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/08/27/%C2%ABVaria%C3%A7%C3%B5es%C2%BB---Entrevista-a-Andr%C3%A9-Szankowski-aip-AFC</guid><pubDate>Tue, 27 Aug 2019 09:54:33 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/RxeTsoBghX4"/><div>A propósito da estreia do aguardado filme «Variações» realizado por João Maia tivemos uma pequena conversa com o autor que assina a fotografia o nosso associado André Szankowski o qual transcrevemos aqui. </div><div>Fazer um filme de época onde o protagonista ainda está muito presente na memória coletiva como abordaste este problema com o realizador?</div><div>O João Maia entrevistou muitas pessoas que conheceram o António, e eu também acabei por conhecer várias que conviveram com ele. Tentei saber o máximo de coisas através dessas pessoas, detalhes, histórias únicas, pormenores que poderiam enriquecer o filme e fazer justiça a memoria dele. Mas mais do que querer fazer uma réplica exata do personagem da memoria coletiva tentamos contar a história de um barbeiro que queria ser cantor. Sem dúvida muitos dirão que o conheceram e vão dizer que ele não era bem assim, nem os olhos, nem a maneira de andar, o tom de voz, que era mais tímido etc… isso seria quase impossível de recriar, e o cinema já nos deu vários exemplos disso. Além de que, segundo a pesquisa do João Maia ao longo dos anos foi que António não se mostrava da mesma maneira às pessoas. Os seus clientes não sabiam que ele era cantor, ou os seus amigos da música não sabiam que ele era barbeiro e que era claramente mais extrovertido com seus amigos mais próximos. Por isso, qual dessas Variações de António você se lembra?</div><div>Trinta e tal anos não é muito tempo para marcar um filme de época como abordaste tecnicamente esta questão?</div><div>Sem dúvida recriar os anos 80 é quase mais difícil do que que os 30 ou 60. Temos memórias muito claras dessa época, está documentada em centenas de fotos em nossas casas com memórias de família. As ruas não mudaram assim tanto mas o suficiente para ser historicamente errado, marquises, ar condicionado, iluminação LED, moopis publicitários sem falar do tipo de carros. O filme conta com poucos exteriores e esses foram abordados como sempre quando há limitação de orçamento para decorar uma rua como era na época ou qualquer tipo de intervenção digital, planos não muito abertos, ângulos limitados. Havia um sonho desde a primeira versão do guião de fazer um plano do António Variações a subir o Chiado, vestido a sua maneira no meio das pessoas e recriando as lojas e os Armazéns do Chiado.</div><div>No entanto não abordamos o filme para parecer dos anos 80 ou ter qualquer ar de época. Foi filmado como se fosse hoje, a arte, guarda roupa e cabelos já nos levam para a época certa. A história dele é intemporal e universal.</div><div>A única coisa que foi feita em termos de acordo com a época foram as imagens que aparecem em programas de televisão.</div><div>Achas que o orçamento do filme foi suficiente para o que pretendias para a imagem ?</div><div>Bom, O James Cameron disse que não teve orçamento suficiente para fazer o Titanic!</div><div>Mais orçamento teria dado outra amplitude ao filme sem dúvida, talvez mais exteriores, poderíamos ter ido a Amsterdão e Nova Iorque em vez de os recriar em interiores com uma legenda. Alguns eventos com mais figuração ou mais dias de filmagem para elaborar melhor algumas cenas. Mas não acho que o filme perdeu por isso. Era o orçamento que tínhamos e nosso frame of mind para executar o filme foi aquele.Na questão da decoupage como abordaste a cobertura das cenas e composição com o realizador ?</div><div>O João tinha ideias muito claras do que pretendia de cada cena em termos de informação para a história, emoções e em muitos casos da câmara. Em conversas ao longo da preparação concordamos em não decoupar muito e deixar a cena viver dentro do quadro, mas sem, no entanto, buscar pausas ou lentidão, não é isso, não é contemplação, mas criar uma proximidade com o protagonista como se estivéssemos ali e escolhemos o que observar.</div><div>Optamos por estar sempre perto do personagem principal com a câmara, com angulares, é sempre ele o mais presente no quadro.</div><div>O decoupage ia sendo decidida ao longo da filmagem, consoante as necessidades da cena, baseado num ensaio ou não. Quando os decors são controlados e se tem tudo para fazer a cena connosco podemos nos dar ao luxo de decidir “ on the go” deixando a espontaneidade falar.</div><div>Fizeste testes? explica como os elaboraste e o que é que procuravas. Filmaste em película ? Que equipamentos utilizaste ?</div><div>Houve uma tentativa de filmar em 16mm, não por uma questão de “vintage”, de tentar fazer parecer de época, mas a meu ver, pela qualidade neutra de observação do 16mm. O formato 16mm tem no nosso inconsciente a visão da “verdade”, do que “realmente aconteceu”, tudo isso com seu toque mágico de cinema. Fazer «Variações» em película era para mim um tributo diferente à história desse barbeiro que queria ser cantor, era vincar que aquilo foi verdade, que aquele homem lutou, sofreu e conseguiu alcançar o seu sonho. Chegamos a fazer testes. No entanto o produtor discordou com a escolha e filmamos em digital.</div><div>Não é um filme menor nem pior por isso, pelo contrário é outro filme, tão bom quanto, só diferente.</div><div>Já que a abordagem anterior se apoiava muito no suporte utilizado então decidimos em digital fazer tudo um pouco mais grandioso, mais show. Optamos por objetivas anamórficas e cores mais fortes. As Objetivas Lomo Squarefront 35mm, 50mm e 80mm foram minha primeira escolha. Gosto da sua imperfeição e carácter para contrapor a perfeição e frieza do digital. Continuo iluminando com película em mente, e na correção de cor também tentando emular o contraste e cor da película.</div><div>Filmamos as recriações televisivas em Hi8 </div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_912e7ff5b2e642aeab8086de9111783b~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_9671726209e840aea63736951a1221e7~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_6be55e282633469cb585a76e1e5d958d~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_ccf9785f9228471abf4cfae4cd2091be~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_df4fd790ffd54499a1d4f8489ca09c2b~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_9b4cacd150624f3c808b4b0ecd08698c~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_8f0defe24c0442ca8d37fe984953320c~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_5646c41f665d4300a7d5797b3d76f0ec~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_1416abb151304166a2114cf640fd85e1~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_aa51c6fe60c2454d8f86ff1d8afb4ae1~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_5b37bb8f47b44a8c8085f586d2bc7614~mv2.jpg"/></div><div> Assistentes de imagem: João Natividade, Filipe Pantana, Rosa Cardoso, Tiago Silva (Reforço ) Operador de stedicam – Leandro Silva, Samuel Amaral e João Nuno Soares Maquinistas – Marco Oliveira e Francisco  Iluminadores – Zé Manel Rodrigues Correção de cor – Jennifer Mendes Casa de aluguer – Around Meridian</div><div>Algumas imagens retiradas dos testes iniciais executadas em 16mm pelo André Utilizou uma ARRI SR III HS Advanced, com objetivas Kit Zeiss 16mm T1,3</div><div>Em película Kodak Vision 3 200T e 500.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_091b58e437844b1ebf366f6ebca605e7~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_c181c1fe2b4a4908b404f043515a3b27~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_282211e090cb44c0944babd19c12ca64~mv2.jpg"/></div><div>Imagens das anotações de répérage</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_e263ad2e568e49359da06d575e6e91da~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_ecc9f0bc87594ef0904187114057d19a~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_f1961f285adc4494a95d6dc6c53b7f31~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_6b5a354ed3d1482fb9e74aac742ae1e7~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_8beaa9ed0ea14ac29d2882f6239937c2~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_4f6d965851e549a698d92f082eeee7bc~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_f0c99fe623804f05b6e180e31943f199~mv2.jpeg"/></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Filme “Color Out of Space”, co-produzido pela Brocinema</title><description><![CDATA[Estreia na próxima edição do festival de Toronto o filme «Color Out of Space» realizado por Richard Stanley fotografado por Steve Annis com o nosso membro Pedro Patrocinio como DF da 2ª equipa. O filme americano foi rodado em Sintra no inicio do ano produzido pelasprodutoras norte-americanas Spectrevision (pertencente ao actor Elijah Wood), ACEPictures e a produtora portuguesa BRO Cinema. O foi integralmente filmado em Portugal no início de 2019, maioritariamente na região deSintra e com uma<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_d865661f85414cbeb44f40c61ef700c8%7Emv2.jpg/v1/fill/w_637%2Ch_319/67a9d4_d865661f85414cbeb44f40c61ef700c8%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/08/16/Filme-%E2%80%9CColor-Out-of-Space%E2%80%9D-co-produzido-pela-Brocinema</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/08/16/Filme-%E2%80%9CColor-Out-of-Space%E2%80%9D-co-produzido-pela-Brocinema</guid><pubDate>Fri, 16 Aug 2019 08:47:04 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_d865661f85414cbeb44f40c61ef700c8~mv2.jpg"/><div>Estreia na próxima edição do festival de Toronto o filme «Color Out of Space» realizado por Richard Stanley fotografado por Steve Annis com o nosso membro Pedro Patrocinio como DF da 2ª equipa. O filme americano foi rodado em Sintra no inicio do ano produzido pelas</div><div>produtoras norte-americanas Spectrevision (pertencente ao actor Elijah Wood), ACE</div><div>Pictures e a produtora portuguesa BRO Cinema. </div><div>O foi integralmente filmado em Portugal no início de 2019, maioritariamente na região de</div><div>Sintra e com uma equipa constituída na sua maioria por portugueses.</div><div>A produção em Portugal beneficiou do recente Fundo de Apoio ao Turismo e Cinema, num</div><div>apoio promovido pela PicPortugal que serviu de incentivo à captação das filmagens e de</div><div>parte dos serviços de pós-produção para o território nacional.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Fotografia de Leonardo Simões aip reconhecida em Locarno</title><description><![CDATA[A propósito da estreia do último filme de Pedro Costa «Vitalina Varela» a fotografia do nosso associado Leonardo Simões aip foi mencionada num artigo do Hollywwood Reporter com esta parágrafo que nos orgulha. « Even if audiences find themselves adrift in the convolutions of the screenplay's non-linear narrative, there are near-incessant compensations in the form of Leonardo Simões' cinematography. In a film set almost entirely at night — "ext.day" sequences are restricted to the final 10 minutes<img src="http://img.youtube.com/vi/_oN9fFrwzhM/mqdefault.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/08/15/Fotografia-de-Leonardo-Sim%C3%B5es-aip-reconhecida-em-Locarno</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/08/15/Fotografia-de-Leonardo-Sim%C3%B5es-aip-reconhecida-em-Locarno</guid><pubDate>Thu, 15 Aug 2019 22:09:18 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/_oN9fFrwzhM"/><div>A propósito da estreia do último filme de Pedro Costa «Vitalina Varela» a fotografia do nosso associado Leonardo Simões aip foi mencionada num artigo do Hollywwood Reporter com esta parágrafo que nos orgulha. « Even if audiences find themselves adrift in the convolutions of the screenplay's non-linear narrative, there are near-incessant compensations in the form of Leonardo Simões' cinematography. In a film set almost entirely at night — &quot;ext.day&quot; sequences are restricted to the final 10 minutes — Simões conjures chiaroscuro wonder after chiaroscuro wonder via his color-digital images of one labyrinthine Lisbon slum-cum-ghetto and its adjoining cemetery and small forest.» Ficamos a aguardar ansiosamente pela estreia do filme no nosso país.</div><div>O artigo completo aqui <a href="https://www.hollywoodreporter.com/review/vitalina-varela-1231576?fbclid=IwAR1IkSphgkoBuwxu-yM7EZy1ceFZpvb-y-hZY-SbuXhtOOcvfC81G1iLTHs">https://www.hollywoodreporter.com/review/vitalina-varela-1231576?fbclid=IwAR1IkSphgkoBuwxu-yM7EZy1ceFZpvb-y-hZY-SbuXhtOOcvfC81G1iLTHs</a></div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_39e122cd5d5b4d53a85f30bd9422109b~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>A Luz Invisível de Rui Poças</title><description><![CDATA[Rui Poças aip será figura central de cartaz num ciclo a decorrer em S. Paulo Brasil entre os dias 1 e 6 de Agosto. Cinema - Centro Cultural São Paulo“Não me incomoda ser o Ghost Writer, o filme é soberano.” Rui Poças Rui Poças é um dos diretores de fotografia mais creditado do cinema português atual, tendo o privilégio de trabalhar para grandes diretores do cenário cinematográfico mundial, como Lucrécia Martel (Zama), João Pedro Rodrigues (O Fantasma, Odete, Morrer como um Homem, O Ornitólogo),<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_986b8b142fa647b1bfa536358823db36%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/08/01/A-Luz-Invis%C3%ADvel-de-Rui-Po%C3%A7as</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/08/01/A-Luz-Invis%C3%ADvel-de-Rui-Po%C3%A7as</guid><pubDate>Thu, 01 Aug 2019 13:38:24 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_986b8b142fa647b1bfa536358823db36~mv2.jpg"/><div>Rui Poças aip será figura central de cartaz num ciclo a decorrer em S. Paulo Brasil entre os dias 1 e 6 de Agosto. </div><div>Cinema - Centro Cultural São Paulo</div><div>“Não me incomoda ser o Ghost Writer, o filme é soberano.” Rui Poças Rui Poças é um dos diretores de fotografia mais creditado do cinema português atual, tendo o privilégio de trabalhar para grandes diretores do cenário cinematográfico mundial, como Lucrécia Martel (Zama), João Pedro Rodrigues (O Fantasma, Odete, Morrer como um Homem, O Ornitólogo), Miguel Gomes (Tabu, Aquele Querido Mês de Agosto), Marco Dutra e Juliana Rojas (As Boas Maneiras) e, recentemente, Ira Sachs e Isabelle Huppert (Frankie).  Em algumas de suas entrevistas, Rui deixa claro que sua presença nos filmes é sempre sutil e cooperativa, &quot;Quero ser o Mr. Spock, não quero ser capitão Kirk; não quero ser o [Mick] Jagger, quero ser o [Keith] Richards.”, uma postura que vai na contracorrente de um meio essencialmente egóico, onde geralmente cada função cinematográfica se digladia no esforço de se destacar uma mais que a outra.  Rui Poças desenvolveu o seu trabalho ao lado de dois dos maiores expoentes portugueses do cinema atual, Miguel Gomes e João Pedro Rodrigues. “Qual é então a sua assinatura?”, uma questão um tanto que ingênua para se fazer a um fotógrafo da grandeza de Rui Poças, que sabe da necessidade de sua versatilidade e da abrangência de seus conhecimentos, e, principalmente, de sua responsabilidade como um criador de soluções.  “Para os projectos de Gomes e João Pedro, eu parto quase às cegas. [...] É interessante evoluir com eles e perceber como evoluíram. O João Pedro e o Miguel têm uma vontade de estar abertos ao que aparece pelo caminho.&quot;  Fotografando Zama, o último filme da argentina Lucrécia Martel, Rui destaca os desafios de pensar a imagem através de uma artista que cria a partir das possibilidades sonoras de uma cena. “O que te posso dizer, para um diretor de fotografia trabalhar com uma pessoa como a Lucrecia Martel é um desafio tremendo. Isto porque o ponto de vista criativo dela parte normalmente do som e não da imagem.” De 01 a 06 de Agosto, o Centro Cultural São Paulo, em parceria com o Consulado Geral de Portugal em São Paulo e Apoio do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua Portuguesa, I.P., O Som e a Fúria e Rosa Filmes, apresentam A Mostra A Luz Invisível de Rui Poças, que traz uma pequena seleção de alguns dos trabalhos mais emblemáticos do fotógrafo português Rui Poças, “do fantástico” de As Boas Maneiras, à “noite” de O Fantasma, “da película em preto e branco” de Tabu, ao “free jazz” de Aquele Querido Mês de Agosto. Rui Poças também estará presente, trazendo todo o arcabouço de suas experiências para uma Master Class preparada especialmente para o Centro Cultural São Paulo.  FILMES O ORNITÓLOGO, de João Pedro Rodrigues Portugal, 2017, 117’, 14 anos, DCP, 18 anos Com Paul Hamy, João Pedro Rodrigues, Han Wen, Chan Suan. Fernando (Paul Hamy) é um solitário homem de 40 anos que trabalha como um ornitólogo. Ele decide viajar pelo curso de um rio a bordo de um caiaque, mas quando uma correnteza forte derruba sua pequena embarcação, ele inicia uma jornada sem volta e repleta de perigos.  ZAMA, de Lucrecia Martel Argentina, 2017, 115 min, DCP, 16 anos Com Daniel Giménez Cacho, Lola Dueñas, Rafael Spregelburd No fim do século XVIII, Don Diego de Zama (Daniel Gimenez Cacho) é um oficial da Coroa Espanhola que deseja partir para Buenos Aires. Ele se junta a um grupo de soldados para caçar de um perigoso bandido e explora terras distantes habitadas por índios selvagens. O FANTASMA, de João Pedro Rodrigues Portugal, 2001, 90 min, 35MM, 18 anos Com Ricardo Meneses, Beatriz Torcato, Andre Barbosa Sérgio é um coletor de lixo. Executa seu trabalho em longos percursos noturnos pela cidade de Lisboa. Aluga um pequeno quarto num hotel barato. Nos espelhos que aparecem em sua vida ele se depara com seus desejos íntimos. TABU, de Miguel Gomes Portugal, 2012, 110 min, 35MM, 12 anos Com Teresa Madruga, Laura Soveral, Ana Moreira Aurora é um idosa temperamental que divide o andar de um prédio em Lisboa com sua empregada cabo-verdiana, e uma vizinha dedicada a causas sociais. Quando Aurora morre, as outras duas passam a conhecer um oculto episódio do seu passado: Uma história de amor e crime vivida numa África de filme de aventuras, que conta também a história do início do fim do império de Portugal no continente africano. AQUELE QUERIDO MÊS DE AGOSTO, de Miguel Gomes Portugal, 2008, 150 min, DVD TO DCP, 12 anos Em Portugal, o mês de agosto é marcado por uma série de festividades, com apresentações de grupos musicais tradicionais e outras atividades típicas. Apenas com o desejo de fazer um filme sobre o assunto, o diretor parte com sua equipe em busca de um roteiro e atores dispostos a interpretar os personagens. Enfrentando diversas dúvidas e a falta de dinheiro, é criada a história de um triângulo amoroso formado por um homem, sua filha e o primo da moça. AS BOAS MANEIRAS, de Juliana Rojas e Marco Dutra Brasil, 2018, 136 min, DCP, 14 anos Com Isabél Zuaa, Marjorie Estiano, Eduardo Gomes Ana (Marjorie Estiano) contrata Clara (Isabél Zuaa), uma solitária enfermeira moradora da periferia de São Paulo, para ser babá de seu filho ainda não nascido. Conforme a gravidez vai avançando, Ana começa a apresentar comportamentos cada vez mais estranhos e sinistros hábitos noturnos que afetam diretamente Clara. HILDA HIST PEDE CONTATO, de Gabriela Greeb Brasil, 2018, 78 min, DCP, 12 anos Com Luciana Domschke, Hilda Hilst, Lygia Fagundes Telles Hilda Hilst, poeta paulista falecida em 2004 e uma das mais importantes vozes da literatura brasileira, volta para a Casa do Sol, chácara onde vivia em Campinas, e convida intelectuais, pensadores, poetas e amigos para um encontro com o objetivo de estabelecer contato entre os vivos e os mortos. Misturando diferentes estilos narrativos, ficção com realidade e de forma não linear, o filme explora o cerne do pensamento hilstiano e diferentes elementos da obra da autora. A CARA QUE MERECES, de Miguel Gomes Portugal, 2004, 108 min, DVD TO DCP, 10 anos Com José Airosa, Gracinda Nave, Sara Graça, Miguel Barroso O filme gira em torno de Francisco, um professor à beira de uma claustrofobia emocional com a crise dos 30 anos, que é tentado a ser convencido do dogma: “Até os 30 anos, tem-se o rosto que Deus lhe deu: depois disso, tem o rosto que se merece”. Na data do aniversário, Francisco adquire sarampo e fica de quarentena e, assistido por sete amigos, se vê induzido a uma série de questionamentos cômicos de sua infância. MORRER COMO UM HOMEM, de João Pedro Rodrigues Portugal, 2009, DCP, 133 min, 18 anos Com Fernando Santos, Alexander David, Gonçalo Ferreira de Almeida O filme começa com a deserção de um soldado e caminha até o auge de uma terrível crise de identidade. Um transformista homossexual chamado Tonia (Fernando Santos) passa por momentos difíceis, e tenta apagar qualquer vestígio da sua vida passada como homem. Enfrentando a etapa final da sua carreira nos palcos, ele ainda tem que lidar com os problemas de se ter um amante mais novo e um filho problemático. ODETE, de João Pedro Rodrigues Portugal, 2005, DCP, 101 min, 18 anos Com Ana Cristina de Oliveira, Nuno Gil, João Carreira Odete (Ana Cristina de Oliveira) trabalha em um supermercado e seu grande sonho é ter um filho, mas quando ela insiste na ideia com o namorado, ele a abandona. Ao mesmo tempo, ela fica sabendo que seu vizinho Pedro (João Carreira) que ela mal conhecia, morreu em um acidente de carro. Odete aparece toda vestida de preto no funeral, dizendo estar grávida dele. Só que Pedro deixou uma pessoa para trás: Era Rui (Nuno Gil), e os dois estavam muito apaixonados. Odete conhece Rui em um momento em que ambos estão profundamente afundados na tristeza e na solidão, e enquanto a barriga de Odete cresce, ela passa a conviver mais e mais com Rui. Talvez os dois possam encontrar a felicidade no meio de tantos sentimentos ruins que partilham. Programação Quinta-feira, dia 1 Zama_15h As Boas Maneiras_17h O Ornitólogo_20h Sexta-feira, dia 2 O Fantasma_15h Tabu_17h Zama_19h30 Sábado, dia 3 Tabu_15h Hilda Hist pede Contato_17h, após o filme, conversa com a diretora do filme, Gabriela Greeb.  Aquele Querido Mes_19h40 Domingo, dia 4 O Fantasma_15h Masterclass Rui Poças_17h Odete_19h40 Terça-feira, dia 6 O Ornitólogo_15h Morrer como um Homem_17h30 A Cara que Mereces, 20h00</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Rui Poças em entrevista para a AFC.</title><description><![CDATA[O nosso membro Rui Poças aip deu uma entrevista à nossa congénere em França AFC, que pode ser vista aqui:https://www.afcinema.com/Invisible.html?lang=fr<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_d429f6d8fc6940ca83e936603085c3cf%7Emv2.png/v1/fill/w_300%2Ch_200/67a9d4_d429f6d8fc6940ca83e936603085c3cf%7Emv2.png"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/07/31/Rui-Po%C3%A7as-em-entrevista-para-a-AFC</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/07/31/Rui-Po%C3%A7as-em-entrevista-para-a-AFC</guid><pubDate>Tue, 30 Jul 2019 23:13:21 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_d429f6d8fc6940ca83e936603085c3cf~mv2.png"/><div>O nosso membro Rui Poças aip deu uma entrevista à nossa congénere em França AFC, que pode ser vista aqui:</div><div><a href="https://www.afcinema.com/Invisible.html?lang=fr">https://www.afcinema.com/Invisible.html?lang=fr</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>«Les Petits Maitres du Grand Hotel» com fotografia de Octávio Espírito Santo.</title><description><![CDATA[Estreia em Setembro próximo nas salas de cinema em França o documentário «Les Petits Maitres du Grand Hotel» que teve como responsável pela imagem no nosso membro Octávio Espírito Santo que se radicou em Paris há uma vintena de anos. O trabalho realizado por Jacques Deschamps apresenta-se como - Uma comédia musical, documental – é curiosa pelo menos a premissa de partida visto tratar-se de um documentário na sua essência centrado numa escola de hotelaria Lesdiguières em Grenoble perto da<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_c5d508b663b8424ba041684890c002d3%7Emv2_d_3072_2048_s_2.jpg/v1/fill/w_637%2Ch_425/67a9d4_c5d508b663b8424ba041684890c002d3%7Emv2_d_3072_2048_s_2.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/07/26/%C2%ABLes-Petits-Maitres-du-Grand-Hotel%C2%BB-com-fotografia-de-Oct%C3%A1vio-Esp%C3%ADrito-Santo</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/07/26/%C2%ABLes-Petits-Maitres-du-Grand-Hotel%C2%BB-com-fotografia-de-Oct%C3%A1vio-Esp%C3%ADrito-Santo</guid><pubDate>Fri, 26 Jul 2019 23:32:58 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_c5d508b663b8424ba041684890c002d3~mv2_d_3072_2048_s_2.jpg"/><div>Estreia em Setembro próximo nas salas de cinema em França o documentário «Les Petits Maitres du Grand Hotel» que teve como responsável pela imagem no nosso membro Octávio Espírito Santo que se radicou em Paris há uma vintena de anos. O trabalho realizado por Jacques Deschamps apresenta-se como - Uma comédia musical, documental – é curiosa pelo menos a premissa de partida visto tratar-se de um documentário na sua essência centrado numa escola de hotelaria Lesdiguières em Grenoble perto da fronteira com a Suíça e este facto desperta curiosidade em saber mais sobre o filme. Em conversa simples com o Octávio percebemos que o documentário mistura um pouco a ficção e a realidade contruindo toda a narrativa com pessoas reais, neste caso alunos e professores da escola e dá-lhe um pouco de humor e de musicalidade fazendo-os cantar e dançar. Contudo não perdendo o espírito documental que está por detrás da premissa inicial.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_7d4298c90a2c4aaf9be2f5a3cbf5b273~mv2.jpg"/><div>« Penso que cada filme tem a sua particularidade, portanto sempre diferente. Jacques Deschamps é um realizador sempre atento à vida, observa a sociedade, os sentimentos, os gestos duma forma sensível, perspicaz, respeitosa por aqueles que participam na construção das suas estórias, sejam personagens ou sejam técnicos. Do puzzle que construiu ele deu-lhes harmonia entre o drama, critica, humor, burlesco entre o documentário e ficção, dando a ver a vida. Coreografando, fazendo canções feito com gente normal, estudantes, professores duma escola de hotelaria de Lesdiguières de Grenoble.» disse Octávio enquanto explicava o trabalho e sobre as câmaras que usou disse-nos «De principio devíamos ter utilizado só uma câmara a SONY FS5. Mas durante 8 meses Jacques fez um trabalho de preparação para encontrar os alunos e professores para integrarem no filme. Para os habituar e ainda, sublinhe-se, sem saber se teríamos subsídios uma pequeníssima equipa filmou e ensaiou com 3 câmaras diferentes ao longo desses meses. Mais tarde obtivemos o subsidio do CNC e acabamos por filmar com uma FS7 ¾ do filme. Quando se chegou àmontagem foi decidido utilizar algumas sequências filmadas durante esse período o que enriqueceu bastante o filme. Depois no final o Charles Froille da M141 fez um trabalho brilhante no equilíbrio da cor e do tom que queríamos dar ao filme mesmo com as diferentes fontes de imagem.» Na abordagem estética o realizador apenas pediu « que as luzes e os movimentos de câmara deveriam discretamente reforçar o carater cerimonial do palácio gerido por professores e alunos da escola de hotelaria e penso humildemente ter conseguido corresponder a esse pedido graças ao Jacques Deschamps e a todos os técnicos que me ajudaram na câmara, iluminação e maquinaria e no final na correção de cor.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_b4ce420afaab46e3828e0ffc7475a76a~mv2_d_3780_5040_s_4_2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Prémio de melhor fotografia no &quot;Festival Ibérico de Cine 2019&quot; para João Ribeiro aip</title><description><![CDATA[A I Edição do Festival Ibérico de Cine atribuiu a João Ribeiro aip o prémio de Melhor Fotografia, pelo seu trabalho em “Equinócio”, curta metragem de Ivo M. Ferreira com produção Edgar Medina (Arquipélago Filmes)O filme teve rodagem na ilha da Culatra há cerca de dois anos. È a historia de duas mulheres (Margarida Vila-Nova e Alba Batista) que chegam a uma ilha para depositarem cinzas de um ente querido, o espaço é-lhes estranho e muito particular.O encontro com dois homens (Adriano Luz e Ivo<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_c4ede486321a46d3b196e30dbd4153fa%7Emv2.png"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/07/25/Pr%C3%A9mio-de-melhor-fotografia-no-festival-ib%C3%A9rico-de-cine-2019-para-Jo%C3%A3o-Ribeiro-aip</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/07/25/Pr%C3%A9mio-de-melhor-fotografia-no-festival-ib%C3%A9rico-de-cine-2019-para-Jo%C3%A3o-Ribeiro-aip</guid><pubDate>Thu, 25 Jul 2019 05:39:50 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_e3f4c1e7980e4681a0fe2f9138605514~mv2.jpg"/><div>A I Edição do Festival Ibérico de Cine atribuiu a João Ribeiro aip o prémio de Melhor Fotografia, pelo seu trabalho em “Equinócio”, curta metragem de Ivo M. Ferreira com produção Edgar Medina (Arquipélago Filmes)</div><div>O filme teve rodagem na ilha da Culatra há cerca de dois anos.</div><div> È a historia de duas mulheres (Margarida Vila-Nova e Alba Batista) que chegam a uma ilha para depositarem cinzas de um ente querido, o espaço é-lhes estranho e muito particular.</div><div>O encontro com dois homens (Adriano Luz e Ivo Miguel) que lá habitam mudará o rumo das suas vidas.</div><div>A fotografia traduz esse encontro e esse lugar estranho com a criação de um universo próprio. Entre um sol impiedoso, e a noite onde habitam as sombras, só a luz de um farol os ilumina, o resto é desconhecido....</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_9555c6ab673d4dc298071de5113e5f3e~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_c4ede486321a46d3b196e30dbd4153fa~mv2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_bbcfa75fca8b410685ae3107cd439327~mv2.png"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Vittorio Storaro e Woody Allen de novo juntos</title><description><![CDATA[Woody Allen irá filmar o 51º filme da sua carreira e o quarto consecutivo com o nosso associado honorário Vittorio Storaro. Desta vez as filmagens terão lugar em San Sebastian e não parece por acaso que o tema do filme retrata uma visita de americanos ao festival de cinema da cidade catalã. O festival é um dos mais importantes do circuito e realiza-se todos os anos no mês de Setembro.<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_2573ee30c91c4ad6b5b71d117d75d010%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/07/14/Vittorio-Storaro-e-Woody-Allen-de-novo-juntos</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/07/14/Vittorio-Storaro-e-Woody-Allen-de-novo-juntos</guid><pubDate>Sun, 14 Jul 2019 14:30:43 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_2573ee30c91c4ad6b5b71d117d75d010~mv2.jpg"/><div>Woody Allen irá filmar o 51º filme da sua carreira e o quarto consecutivo com o nosso associado honorário Vittorio Storaro. Desta vez as filmagens terão lugar em San Sebastian e não parece por acaso que o tema do filme retrata uma visita de americanos ao festival de cinema da cidade catalã. O festival é um dos mais importantes do circuito e realiza-se todos os anos no mês de Setembro.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Nuno Garcia a colorir no Egipto</title><description><![CDATA[Há duas semanas que o colorista Nuno Garcia se encontra no Cairo a fazer a correção de cor com o diretor de fotografia egípcio Ahmad Al Morsy da longa «Blue Elephant». O filme de origem egípcia é a uma sequela do grande êxito de 2014 que bateu todos os records de assistência. Fez 12 milhões de espetadores na Ásia.http://mad.film/press/Synergy-Films-Presents-The-Blue-Elephant-2.phpDOP - Ahmad Al Morsy https://www.imdb.com/name/nm1754722]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/07/14/Nuno-Garcia-a-colorir-no-Egipto</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/07/14/Nuno-Garcia-a-colorir-no-Egipto</guid><pubDate>Sun, 14 Jul 2019 14:29:20 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Há duas semanas que o colorista Nuno Garcia se encontra no Cairo a fazer a correção de cor com o diretor de fotografia egípcio Ahmad Al Morsy da longa «Blue Elephant». O filme de origem egípcia é a uma sequela do grande êxito de 2014 que bateu todos os records de assistência. Fez 12 milhões de espetadores na Ásia.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_184f055f825f4889945c96e8953ae4da~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_c2745a23a4fe4e3ba06456863eefc423~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_aeba6856cdf54aef9bc13e7a4936c831~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_08a9f1c02eab42019788668268d55e77~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_02f89912ae7946c8badb9a426f63c84b~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_b2d4502ac318422f96396425ef532390~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_c195019ae0b8444088d5e11e1b6d3fc1~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_ebe9e72b8707477a86fdb9f62a320747~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_b898d166a4a347d2931854bd19b870dd~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_6d2c9a722dd34d3aa9211ea62594f500~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_6c031b3e0ec147dca666c2c95e5e0095~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_68c7a6dd1c5f4286af2dccafa9f5a8e6~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_d8f55166d60e4ce48075d327b4ceb5f9~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_5e1634b174d24d96a831d9da5e878269~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_24640e2dfcc6409a99e05f9f76488164~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_97cedc2c3c1f4d82a0e67e22e6357ca3~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_b5faa47e767344fe80ed86c971e02468~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_6432b57d0c004d19a622871f4bc0c204~mv2.jpg"/></div><div><a href="http://mad.film/press/Synergy-Films-Presents-The-Blue-Elephant-2.php">http://mad.film/press/Synergy-Films-Presents-The-Blue-Elephant-2.php</a></div><div>DOP - Ahmad Al Morsy <a href="https://www.imdb.com/name/nm1754722">https://www.imdb.com/name/nm1754722</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>CINEMA NA ESPLANADA - Julho na Cinemateca</title><description><![CDATA[Em julho regressam as sessões de cinema à Esplanada da Cinemateca, nas noites de sexta-feira e sábado às 22h30, com projeções maioritariamente em película 35 mm. Este mês há sessões do Ciclo A Noite, uma sessão especial para recordar João Bénard da Costa com a exibição de THE SEARCHERS, a propósito do lançamento do segundo volume do primeiro tomo da edição dos Escritos sobre Cinema de João Bénard da Costa, e a sessão de antecipação do Doclisboa com a exibição dos filmes PAULE IN CONCERT, de Lew<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_b6b202184f724efcbd7a26e8ac78ef02%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/07/08/CINEMA-NA-ESPLANADA---Julho-na-Cinemateca</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/07/08/CINEMA-NA-ESPLANADA---Julho-na-Cinemateca</guid><pubDate>Sun, 07 Jul 2019 23:33:09 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_b6b202184f724efcbd7a26e8ac78ef02~mv2.jpg"/><div>Em julho regressam as sessões de cinema à Esplanada da Cinemateca, nas noites de sexta-feira e sábado às 22h30, com projeções maioritariamente em película 35 mm. Este mês há sessões do Ciclo A Noite, uma sessão especial para recordar João Bénard da Costa com a exibição de THE SEARCHERS, a propósito do lançamento do segundo volume do primeiro tomo da edição dos Escritos sobre Cinema de João Bénard da Costa, e a sessão de antecipação do Doclisboa com a exibição dos filmes PAULE IN CONCERT, de Lew Hohmann, e LETTRE DE BEYROUTH, de Jocelyne Saab, que anunciam as duas grandes retrospetivas da edição de 2019 do Festival: “Ascensão e Queda do Muro – O Cinema da Alemanha de Leste” e retrospetiva de Jocelyne Saab.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Pierre Lhomme  1930-2019</title><description><![CDATA[Faleceu no passo dia 4 de Julho o nosso colega diretor de fotografia francês Pierre Lhomme AFC. Com uma careira de mais de 50 anos à câmara ficou notabilizado pelo seu trabalho em «Camille Claudel» (1987) e por «Cyrano de Bergerac» 1989 com os quais recebeu diversos prémios, como os César franceses um BAFTA e um prémio BSC.Teve o reconhecimento carreira pelos dois mais importantes festivais de cinema dediocado à direção de fotografia. Pelo Camerimage na Polónia em 2008 e em 2017 pelo Manaki<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_33904282610f461eb12eebc023404281%7Emv2.jpg/v1/fill/w_350%2Ch_263/67a9d4_33904282610f461eb12eebc023404281%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/07/08/Pierre-Lhomme-1930-2019</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/07/08/Pierre-Lhomme-1930-2019</guid><pubDate>Sun, 07 Jul 2019 23:29:20 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_33904282610f461eb12eebc023404281~mv2.jpg"/><div>Faleceu no passo dia 4 de Julho o nosso colega diretor de fotografia francês Pierre Lhomme AFC. Com uma careira de mais de 50 anos à câmara ficou notabilizado pelo seu trabalho em «Camille Claudel» (1987) e por «Cyrano de Bergerac» 1989 com os quais recebeu diversos prémios, como os César franceses um BAFTA e um prémio BSC.</div><div>Teve o reconhecimento carreira pelos dois mais importantes festivais de cinema dediocado à direção de fotografia. Pelo Camerimage na Polónia em 2008 e em 2017 pelo Manaki Brothers da Macedónia do Norte.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_378c04ae17c443798fd79109c7d8782a~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_53817d58d3e34377bf2810b9dc62993d~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_048f73be04b44326ba807afb0acf0f92~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_98e88d32e57d4b98a24011acb569fc0b~mv2.jpg"/></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Showdown - Sony a7s e Fuji X-T3 - Bazar do Video</title><description><![CDATA[Convidamo-lo a vir ao Bazar do Vídeo assistir ao showdown entre a Sony a7s e a Fuji X-T3. A discussão entre APS-C e o Full Frame já é antiga, qual deles é melhor para filmar? E porquê? Mais recentemente juntou-se outro aspecto à discussão, 4:2:0 10bit ou 4:2:0 8bit? Qual a diferença? É mesmo importante para a pós-produção? Até que ponto? Vamos tirar tudo isto a limpo! Nos dias 26 e 27 de Junho pelas 15:00 vamos dar início aos vários testes que colocam Sony vs Fuji onde vamos avaliar desde o<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_6afb38cbf5e84649928dba8d2a5dce6e%7Emv2.png/v1/fill/w_478%2Ch_686/67a9d4_6afb38cbf5e84649928dba8d2a5dce6e%7Emv2.png"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/06/25/Showdown---Sony-a7s-e-Fuji-X-T3---Bazar-do-Video</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/06/25/Showdown---Sony-a7s-e-Fuji-X-T3---Bazar-do-Video</guid><pubDate>Mon, 24 Jun 2019 23:39:05 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Convidamo-lo a vir ao Bazar do Vídeo assistir ao showdown entre a Sony a7s e a Fuji X-T3. A discussão entre APS-C e o Full Frame já é antiga, qual deles é melhor para filmar? E porquê? Mais recentemente juntou-se outro aspecto à discussão, 4:2:0 10bit ou 4:2:0 8bit? Qual a diferença? É mesmo importante para a pós-produção? Até que ponto? Vamos tirar tudo isto a limpo!</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_6afb38cbf5e84649928dba8d2a5dce6e~mv2.png"/><div> Nos dias 26 e 27 de Junho pelas 15:00 vamos dar início aos vários testes que colocam Sony vs Fuji onde vamos avaliar desde o tamanho do sensor, o codec de gravação, sensibilidade às baixas luzes, altas luzes, cor. Para isso, teremos à sua disposição câmaras, monitores e estação de edição para testes de cor. Contamos também, com a presença dos nossos convidados especiais Pepe Molina Cruz como Fuji X Photographer, Hugo Gomes e Nuno Carvalho para falarem das suas experiências com ambas as câmaras, João Carlos como Fuji X Photographer e Gonçalo Ferreira especialista em correcção de cor, para realizar os respectivos testes, e termos resultados concretos do nosso showdown.</div><div>Até já!  Rua da Glória nº2, r/c, Restauradores, Lisboa.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>António Morais - Melhor Fotografia - Festival Hollywood Women’s Film Institute</title><description><![CDATA[Parabéns ao nosso membro António Morais pelo prémio Melhor Direção de Fotografia com o seu trabalho no documentário «Baptismo de Terra» com realização de Vanessa Rodrigues.O reconhecimento teve lugar no Festival Hollywood Women’s Film Institute. Ver noticia AQUI https://www.rtp.pt/noticias/cultura/filme-portugues-baptismo-de-terra-premiado-em-hollywood_a1154332O documentário é uma abordagem à e/imigração portuguesa no Rio de Janeiro. Cruzando várias gerações, o filme conta a história de seis<img src="https://i.vimeocdn.com/video/575582765_640.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/06/25/Ant%C3%B3nio-Morais---Melhor-Fotografia---Festival-Hollywood-Women%E2%80%99s-Film-Institute</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/06/25/Ant%C3%B3nio-Morais---Melhor-Fotografia---Festival-Hollywood-Women%E2%80%99s-Film-Institute</guid><pubDate>Mon, 24 Jun 2019 23:36:02 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><iframe src="https://player.vimeo.com/video/170487514"/><div>Parabéns ao nosso membro António Morais pelo prémio Melhor Direção de Fotografia com o seu trabalho no documentário «Baptismo de Terra» com realização de Vanessa Rodrigues.</div><div>O reconhecimento teve lugar no Festival Hollywood Women’s Film Institute. Ver noticia AQUI https://www.rtp.pt/noticias/cultura/filme-portugues-baptismo-de-terra-premiado-em-hollywood_a1154332</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_82fbff954fdf4daa829c6cee1b0c5805~mv2.jpg"/><div>O documentário é uma abordagem à e/imigração portuguesa no Rio de Janeiro. Cruzando várias gerações, o filme conta a história de seis emigrantes e luso-descendentes, inspirando-se no livro &quot;Emigrantes&quot; do Ferreira de Castro, ao mesmo tempo que cria um documento visual sobre a Portugalidade na cidade maravilhosa</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Miguel Sales Lopes aip - Melhor Fotografia - « Genre Celebration Festival Tokyo»</title><description><![CDATA[Parabéns ao nosso membro Miguel Sales Lopes aip pelo prémio Melhor Fotografia que recebeu no « Genre Celebration Festival Tokyo» com o seu trabalho na curta metragem «Moscatro» realizado por Patricia Maciel.Demo reel Miguel Sales Lopes<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_6f97801929114f1f80866b443ecefdd1%7Emv2.jpg/v1/fill/w_478%2Ch_628/67a9d4_6f97801929114f1f80866b443ecefdd1%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/06/25/Miguel-Sales-Lopes-aip---Melhor-Fotografia---%C2%AB-Genre-Celebration-Festival-Tokyo%C2%BB</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/06/25/Miguel-Sales-Lopes-aip---Melhor-Fotografia---%C2%AB-Genre-Celebration-Festival-Tokyo%C2%BB</guid><pubDate>Mon, 24 Jun 2019 23:33:14 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Parabéns ao nosso membro Miguel Sales Lopes aip pelo prémio Melhor Fotografia que recebeu no « Genre Celebration Festival Tokyo» com o seu trabalho na curta metragem «Moscatro» realizado por Patricia Maciel.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_6f97801929114f1f80866b443ecefdd1~mv2.jpg"/><div>Demo reel Miguel Sales Lopes</div><iframe src="https://player.vimeo.com/video/330778716"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Pedro Negrão novo membro da aip</title><description><![CDATA[O filme português «Gabriel» que recentemente esteve em sala e que teve uma excelente receção da critica, foi fotografado por Pedro Negrão nosso novo membro da aip. Nascido no Porto , licenciou-se em Tecnologia da Comunicação Audiovisual na ESMAE, no Instituto Politécnico do Porto e iniciou-se na direção de fotografia em 2008 « fiz um curto estágio numa casa de aluguer de equipamento e depois a trabalhar como diretor de fotografia.» e fazer este papel « permite-me contribuir a impulsionar a<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_654390ce1d3a44e4989f2e1b52626efa%7Emv2.png/v1/fill/w_637%2Ch_267/67a9d4_654390ce1d3a44e4989f2e1b52626efa%7Emv2.png"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/06/19/Pedro-Negr%C3%A3o-novo-membro-da-aip</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/06/19/Pedro-Negr%C3%A3o-novo-membro-da-aip</guid><pubDate>Wed, 19 Jun 2019 09:48:05 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_654390ce1d3a44e4989f2e1b52626efa~mv2.png"/><div> O filme português «Gabriel» que recentemente esteve em sala e que teve uma excelente receção da critica, foi fotografado por Pedro Negrão nosso novo membro da aip.  Nascido no Porto , licenciou-se em Tecnologia da Comunicação Audiovisual na ESMAE, no Instituto Politécnico do Porto e iniciou-se na direção de fotografia em 2008 « fiz um curto estágio numa casa de aluguer de equipamento e depois a trabalhar como diretor de fotografia.» e fazer este papel « permite-me contribuir a impulsionar a história contada pelo realizador» essa é a grande responsabilidade do diretor de fotografia. Confessa ser admirador dos mestres Gordon Willis, Conrad Hall e Roger Deakins. Adorou o seu trabalho em «Gabriel» sentiu o amadurecimento e o prazer de fazer este trabalho. Os colegas da Associação dão as boas vindas ao Gabriel. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_d19b49108e9e41cface90db26530b492~mv2.png"/><div> FILMOGRAFIA: Gabriel - 2018 Os Dias de Mário Cláudio: Tocata e Fuga - 2016 Mau Mau Maria - 2014 Banda Desenhada (Curta) - 2013 Transgressão (Curta) - 2012  Auguste (Curta)- 2012  Milagre (Curta)- 2011 Quem é o Pai do Menino Jesus? (Curta) - 2010  Mais (Curta) - 2010  Momentos (Curta) - 2010 Dança-me (Curta)- 2008</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Bruno Grilo novo membro da aip</title><description><![CDATA[A associação de imagem dá as boas vindas ao novo membro Bruno Grilo. O Bruno nasceu em Lisboa e influenciado pelo pai que é fotógrafo estudou fotografia na EPI . Trabalhou também como operador de câmara ao longo de uma dezena de anos. Tirou também uma licenciatura em Antropologia na FCSH enquanto trabalhava e mais tarde tirou o mestrado em Direcção de Fotografia na National Film and Television School (NFTS) em Londres. Para o Bruno ser DF é «uma necessidade de contar histórias e a possibilidades]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/06/06/Bruno-Grilo-novo-membro-da-aip</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/06/06/Bruno-Grilo-novo-membro-da-aip</guid><pubDate>Thu, 06 Jun 2019 08:59:35 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>A associação de imagem dá as boas vindas ao novo membro Bruno Grilo. O Bruno nasceu em Lisboa e influenciado pelo pai que é fotógrafo estudou fotografia na EPI . Trabalhou também como operador de câmara ao longo de uma dezena de anos. Tirou também uma licenciatura em Antropologia na FCSH enquanto trabalhava e mais tarde tirou o mestrado em Direcção de Fotografia na National Film and Television School (NFTS) em Londres. Para o Bruno ser DF é «uma necessidade de contar histórias e a possibilidades de fazê-lo com outros. É dar corpo a ideias e desenvolvê-las através do uso da câmara e da luz.» </div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_95b6602b17054450b50dd8729d4b7803~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_5c801007660c416ab88e54bddb938ad7~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_7903ef8a1cab46599861d9d48ad14dbb~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_e3f3260731464ea8aa9619eccb2745c6~mv2.jpeg"/></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Cinematographer Manuel Claro confirmed for the Industry Program of FEST 2019</title><description><![CDATA[Cinematographer Manuel Claro confirmed for the Industry Program of FEST 2019FEST 2019 | 24 JUN - 1 JUL | Espinho, PortugalManuel Claro Cinematography case study of "The House That Jack Built" and 4 other Masterclasses confirmed —Nearly a month away from FEST 2019, we continue to release a few more names that will take part in this year's FEST - Film Industry Program. Manuel Alberto Claro, is one of the most important cinematographers from the "Dogma 95" movement, and highly influential DOP.<img src="http://img.youtube.com/vi/Fw7yxNXK8cU/mqdefault.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/05/27/Cinematographer-Manuel-Claro-confirmed-for-the-Industry-Program-of-FEST-2019</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/05/27/Cinematographer-Manuel-Claro-confirmed-for-the-Industry-Program-of-FEST-2019</guid><pubDate>Mon, 27 May 2019 22:30:09 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Cinematographer Manuel Claro confirmed for the Industry Program of FEST 2019</div><div>FEST 2019 | 24 JUN - 1 JUL | Espinho, Portugal</div><div>Manuel Claro Cinematography case study of &quot;The House That Jack Built&quot; and 4 other Masterclasses confirmed —</div><div>Nearly a month away from FEST 2019, we continue to release a few more names that will take part in this year's FEST - Film Industry Program. Manuel Alberto Claro, is one of the most important cinematographers from the &quot;Dogma 95&quot; movement, and highly influential DOP. Manuel has a long-term collaboration with director Lars Von Trier. One of his earlier films, Christoffer Boe's Reconstruction went on to win the Camera d’Or at the Cannes Film Festival. Manuel has worked with Von Trier in almost all his major film since the 2011 psychological drama Melancholia. Claro has also worked on the director’s Nymphomaniac - Vol. 1 &amp; Vol. 2, and, most recently on The House That Jack Built. He will be presenting a masterclass precisely on the latter, where he will present a case study discussing the creative process, and how he achieved to final looks of the film. FEST 2019, from June 24th to July 1st, in Espinho, Portugal. Get a FEST - Pro Badge, for only 100€, to take part in a full week of debates, roundtables, workshops, masterclasses, industry meetings, networking dinners and more!  Accreditation sales close on May 31st, so secure your place quickly.</div><div><a href="http://site.fest.pt/en/attend/accreditation/fest-pro-badge/?utm_source=newsletter&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=LarryBaltasar">FEST - PRO Accreditation »</a></div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Fw7yxNXK8cU"/><div>http://site.fest.pt/en/program/experts-2019/manuel-alberto-claro/</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Samuel Amaral novo membro aip</title><description><![CDATA[O operador de steadicam Samuel Amaral junta-se à aip. Bem vindo. Samuel estudo no IAT– Instituto de Ensino e Investigação em Audiovisuais e Tecnologias da Comunicação – da Universidade Moderna onde frequentou o curso de Cinema, Televisão e Cinema Publicitário (2001-2004). Depois de concluídos os estudos ingressou na profissão através da câmara sendo assistente de imagem e vídeo assist em diversas produções. Foi no entanto o steadicam que mais o atraiu e o levou atirar um curso nos Estados Unidos]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/05/27/Samuel-Amaral-novo-membro-aip</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/05/27/Samuel-Amaral-novo-membro-aip</guid><pubDate>Mon, 27 May 2019 22:20:49 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_a0ca445d68994b74990d47379f31c67e~mv2_d_1920_1280_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_abb12eb74d7344b595ecbe8fc9b8fbdd~mv2_d_2989_1993_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_ea66bcf358e04f8eb648b88b18addc66~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_507e28161af14ffca9efdcf132928d9c~mv2.jpg"/></div><div>O operador de steadicam Samuel Amaral junta-se à aip. Bem vindo. Samuel estudo no IAT– Instituto de Ensino e Investigação em Audiovisuais e Tecnologias da Comunicação – da Universidade Moderna onde frequentou o curso de Cinema, Televisão e Cinema Publicitário (2001-2004). Depois de concluídos os estudos ingressou na profissão através da câmara sendo assistente de imagem e vídeo assist em diversas produções. Foi no entanto o steadicam que mais o atraiu e o levou atirar um curso nos Estados Unidos da América.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Carlos Santos novo membro aip</title><description><![CDATA[A associação de Imagem dá as boas vindas ao seu novo membro Carlos Santos Camera / Steadicam / AR 2 OMEGA Operador. Deixamos aquo o link para o exemplo de um dos seus trabalhos.<img src="https://i.vimeocdn.com/video/779122218_640.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/05/27/Carlos-Santos-novo-membro-aip</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/05/27/Carlos-Santos-novo-membro-aip</guid><pubDate>Mon, 27 May 2019 22:13:13 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><iframe src="https://player.vimeo.com/video/333205471"/><div>A associação de Imagem dá as boas vindas ao seu novo membro Carlos Santos Camera / Steadicam / AR 2 OMEGA Operador. Deixamos aquo o link para o exemplo de um dos seus trabalhos. </div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_63b1862a5e5a4935bca266560100ea61~mv2_d_1574_2072_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_33fda32d348d4b18b5338aabcc309378~mv2_d_2160_3840_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_3c0f8edd692f4823821ec8d2b03b81fa~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_b82a21ba39d24b9c9fccb7f488c0dba0~mv2.jpg"/></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Adolpho Veloso novo membro aip</title><description><![CDATA[Adolpho Veloso é um dos mais recentes membros da nossa associação. Nasceu em S. Paulo Brasil. Está ativo como diretor de fotografia desde 2012 tempo em que frequentava em S. Paulo a faculdade FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado). Adolpho destacou-se muito recentemente pelo seu trabalho em « On Yoga the Architecture of Peace» realizado por Heitor Dhalia ganhando o prémio IMAGO para Melhor Direção de Fotografia em documentário. Para além deste prémio já recebeu diversas nomeações por outros<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_2c8ff420601340d396faab096541a4f8%7Emv2.jpg/v1/fill/w_637%2Ch_679/67a9d4_2c8ff420601340d396faab096541a4f8%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/05/21/Adolpho-Veloso-novo-membro-aip</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/05/21/Adolpho-Veloso-novo-membro-aip</guid><pubDate>Tue, 21 May 2019 09:32:38 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_2c8ff420601340d396faab096541a4f8~mv2.jpg"/><div>Adolpho Veloso é um dos mais recentes membros da nossa associação. Nasceu em S. Paulo Brasil. Está ativo como diretor de fotografia desde 2012 tempo em que frequentava em S. Paulo a faculdade FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado). Adolpho destacou-se muito recentemente pelo seu trabalho em « On Yoga the Architecture of Peace» realizado por Heitor Dhalia ganhando o prémio IMAGO para Melhor Direção de Fotografia em documentário. Para além deste prémio já recebeu diversas nomeações por outros trabalhos e prémios a direção de fotografia para ele é «o melhor trabalho do mundo» e sublinha que adora «transformar uma história ou um sentimento em imagem». Que admira Gordon Willis pelos «riscos que tomava» e Adolpho também não se esquece de mencionar uma das suas referências maiores na fotografia brasileira Miguel Rio Branco seu grande inspirador. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_43ed5d21791f4bb89aafbab03efdef3f~mv2_d_1585_2350_s_2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Pedro Patrocínio ganha prémio no Indie Cyprus.</title><description><![CDATA[Pedro Patrocínio ganha prémio«Já Passou» curta-metragem realizada por Sebastião Salgado e fotografia de Pedro Patrocinio foi galardoada com o prémio de melhor fotografia no festival Indie Cyprus short film. A curta é baseada num conto de Soeiro Pereira Gomes, chamado «Um conto sem importância». O maior desafio que o Pedro e o realizador encontraram foi a escolha do local de filmagens, que acabou por recair no Norte junto ao rio Mondego « As rodagens aconteceram em Dezembro, altura em que as<img src="https://i.vimeocdn.com/video/586095754_640.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/05/21/Pedro-Patroc%C3%ADnio-ganha-pr%C3%A9mio-no-Indie-Cyprus</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/05/21/Pedro-Patroc%C3%ADnio-ganha-pr%C3%A9mio-no-Indie-Cyprus</guid><pubDate>Tue, 21 May 2019 09:29:14 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><iframe src="https://player.vimeo.com/video/176625353"/><div>Pedro Patrocínio ganha prémio</div><div>«Já Passou» curta-metragem realizada por Sebastião Salgado e fotografia de Pedro Patrocinio foi galardoada com o prémio de melhor fotografia no festival Indie Cyprus short film. A curta é baseada num conto de Soeiro Pereira Gomes, chamado «Um conto sem importância». O maior desafio que o Pedro e o realizador encontraram foi a escolha do local de filmagens, que acabou por recair no Norte junto ao rio Mondego « As rodagens aconteceram em Dezembro, altura em que as horas de luz escasseiam mas a sua beleza é idílica e foi isso mesmo que procuramos ter como base estética do filme. Filmamos com enquadramentos simples naturalistas e que respirassem em comunhão perfeita com nossos interpretes e a natureza.» explica Pedro que se encontrava muito satisafeito com o reconhecimento pelo prémio. </div><div>A equipa de Imagem:</div><div>1º Assistente imagem- Selma Lopes e Hugo Azevedo </div><div>2º assistente: Tomás Paiva Raposo e Henrique Monteiro</div><div>Chefe iluminador: Pedro Paiva </div><div>Chefe Maquinista: Manuel Ramos</div><div>Colorista: Nuno Garcia</div><div>Câmara : Arri Amira kit lentes Zeiss T2.1</div><div>Link do trailer:</div><div><a href="https://www.brocinema.com/en/cinema/work/everythings-ok/">https://www.brocinema.com/en/cinema/work/everythings-ok/</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Carta aberta à EGEAC Cultura em Lisboa</title><description><![CDATA[Carta aberta à EGEAC Cultura em LisboaApelo do setor do audiovisual à urgente intervenção dos meios técnicos da Sala Manoel de Oliveira do Cinema São Jorge.Carta Aberta à Direcção da EGEACO Cinema S.Jorge tem 69 anos de história.É assumido por V.ª Ex.ª como um cinema do presente, e com olhar para o futuro, fazendo da sua história um património vivo da cidade de Lisboa.Porém, um cinema não é apenas uma sala com lugares sentados.Desde que o cinema se inventou que é necessário apagar as luzes para<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_ccf3e1d4a2684c68bebca75d1b67f1ff%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/05/20/Carta-aberta-%C3%A0-EGEAC-Cultura-em-Lisboa</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/05/20/Carta-aberta-%C3%A0-EGEAC-Cultura-em-Lisboa</guid><pubDate>Mon, 20 May 2019 11:03:05 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Carta aberta à EGEAC Cultura em Lisboa</div><div>Apelo do setor do audiovisual à urgente intervenção dos meios técnicos da Sala Manoel de Oliveira do Cinema São Jorge.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_ccf3e1d4a2684c68bebca75d1b67f1ff~mv2.jpg"/><div>Carta Aberta à Direcção da EGEAC</div><div>O Cinema S.Jorge tem 69 anos de história.</div><div>É assumido por V.ª Ex.ª como um cinema do presente, e com olhar para o futuro, fazendo da sua história um património vivo da cidade de Lisboa.</div><div>Porém, um cinema não é apenas uma sala com lugares sentados.</div><div>Desde que o cinema se inventou que é necessário apagar as luzes para que a imagem se projecte, e é necessário que a sala onde se projecte tenha condições para que tal seja possível. Sempre foi e sempre o será.</div><div>Mas são já anos e anos os que passam, em que as projecções em ambas as salas do Cinema S. Jorge, sobretudo na que foi denominada com o nome maior do cinema português - Manoel de Oliveira- , carecem de qualidades mínimas para a projecção de cinema.</div><div>Ao longo desses anos, inúmeras foram as horas em que projeccionistas e realizadores, directores de fotografia, directores de som, produtores, tentaram lutar contra as obsoletas máquinas de projecção de imagem e sistemas de som para tentar mostrar o filme o melhor possível ao público. Infelizmente o resultado, por muita luta que se faça, é sempre catastrófico.</div><div>Inúmeras foram as reclamações, os avisos, os pedidos de atenção, aos quais a resposta foi sempre atirada para os técnicos de sala, desresponsabilizando os verdadeiros responsáveis - a empresa municipal que mantém e dirige o Cinema São Jorge, que assina protocolos com os festivais de cinema e cobra bilhetes de entrada, a empresa municipal que anuncia o São Jorge como a Casa do Cinema Português.</div><div>Não é possível apresentar uma ópera numa sala sem acústica para tal. O mesmo se passa na música. Quando vamos a uma galeria ou a um museu ver determinada pintura, necessitamos de iluminação para que seja possível vê-la.</div><div>Como tal, é inadiável resolver o problema de anos desta sala. O público que se desloca ao Cinema S.Jorge tem o direito de ver e ouvir o filme a que se predispôs assistir, e não uma espécie de borrão ao som do que as colunas naquele dia decidam reproduzir. As pessoas que fizeram esse determinado filme, não fizeram esse borrão, não construíram esse som. O que está a ser mostrado ao público são filmes que não existem. São acasos construídos pelo próprio sistema de projecção. São atentados às obras, aos autores, e ao direito básico dos cidadãos de usufruírem da cultura e arte em condições de dignidade.</div><div>Assim, consideramos obrigatória uma imediata mudança nos equipamentos de projecção de imagem e som, mesmo que isso obrigue a reformulações da própria sala. Caso contrário corremos o risco de não estarmos a viver o presente, nem estarmos a pensar o futuro – estamos a potenciar junto do público o descrédito nos filmes a que assiste e a incentivar a que não regressem ao Cinema São Jorge, mesmo a que não frequentem cinemas ou os filmes que lá se mostram.</div><div>Pedimos que respeitem o trabalho dos profissionais de cinema, e sobretudo que respeitem o público que se senta no Cinema São Jorge. Só com respeito conseguimos viver numa cidade que se propõe ser uma das cidades mais competitivas, criativas, inovadoras- e tantos outros mais adjectivos - da Europa.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>‘Encontros do Cinema Português’ NOS audiovisuais</title><description><![CDATA[‘Encontros do Cinema Português’ NOS audiovisuaisRealiza-se 4ª edição dos ‘Encontros do Cinema Português’ irá decorrer no dia 5 de junho.A NOS audiovisuais convida produtores, realizadores, exibidores e outros agentes, para dar a conhecer os principais projetos que nos próximos meses chegarão às salas de cinema, bem como discutir as diversas estratégias, por forma a aumentar o número de espetadores no cinema português.<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_ebf6e130ae4e4667b81ed89ac6f38d2b%7Emv2_d_1754_1241_s_2.jpg/v1/fill/w_637%2Ch_451/67a9d4_ebf6e130ae4e4667b81ed89ac6f38d2b%7Emv2_d_1754_1241_s_2.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/05/20/%E2%80%98Encontros-do-Cinema-Portugu%C3%AAs%E2%80%99-NOS-audiovisuais</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/05/20/%E2%80%98Encontros-do-Cinema-Portugu%C3%AAs%E2%80%99-NOS-audiovisuais</guid><pubDate>Mon, 20 May 2019 10:56:24 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>‘Encontros do Cinema Português’ NOS audiovisuais</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_ebf6e130ae4e4667b81ed89ac6f38d2b~mv2_d_1754_1241_s_2.jpg"/><div>Realiza-se 4ª edição dos ‘Encontros do Cinema Português’ irá decorrer no dia 5 de junho.</div><div>A NOS audiovisuais convida produtores, realizadores, exibidores e outros agentes, para dar a conhecer os principais projetos que nos próximos meses chegarão às salas de cinema, bem como discutir as diversas estratégias, por forma a aumentar o número de espetadores no cinema português.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>RTP CONCURSO À PRODUÇÃO</title><description><![CDATA[Consulta de Conteúdos Audiovisuais 2019No âmbito das obrigações de investimento em produção cinematográfica e audiovisual, enquanto concessionária do serviço público e rádio e televisão, a RTP vai proceder a mais uma Consulta de Conteúdos Audiovisuais aos produtores independentes.Os interessados deverão apresentar as suas propostas entre dia 13 de maio e as 24 horas de 27 de junho de 2019, através do seguinte endereço: www.rtp.pt/consultadeconteudosNa Consulta de Conteúdos Audiovisuais 2019 a<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_2bf368ef26a841d59a4b9eaae88f4bb0%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/05/20/RTP-CONCURSO-%C3%80-PRODU%C3%87%C3%83O</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/05/20/RTP-CONCURSO-%C3%80-PRODU%C3%87%C3%83O</guid><pubDate>Mon, 20 May 2019 10:54:58 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_2bf368ef26a841d59a4b9eaae88f4bb0~mv2.jpg"/><div>Consulta de Conteúdos Audiovisuais 2019</div><div>No âmbito das obrigações de investimento em produção cinematográfica e audiovisual, enquanto concessionária do serviço público e rádio e televisão, a RTP vai proceder a mais uma Consulta de Conteúdos Audiovisuais aos produtores independentes.</div><div>Os interessados deverão apresentar as suas propostas entre dia 13 de maio e as 24 horas de 27 de junho de 2019, através do seguinte endereço: www.rtp.pt/consultadeconteudos</div><div>Na Consulta de Conteúdos Audiovisuais 2019 a RTP procura propostas criativas e/ou originais, para as seguintes áreas específicas: </div><div>Séries de ficção com a duração de 50’, e primeiras obras de ficção com a duração de 25’:</div><div>Drama ou comédia. </div><div>Histórica ou contemporânea. </div><div>Infanto-juvenis. </div><div>Adaptação obras literárias portuguesas, clássicas ou contemporâneas.</div><div>Co-produção países lusófonos. </div><div>Co-produção países europeus.</div><div>.</div><div>Documentários televisivos de 50’, séries documentais de 30’ e docudramas até 75’:</div><div>De artes &amp; letras.</div><div>História &amp; ciência.</div><div>De caráter social/“current affairs”, sobre a realidade portuguesa contemporânea.</div><div>Biográficos nacionais</div><div>.</div><div>Séries de animação até 30’ infantis e/ou para todas as faixas etárias e média-metragens ou especiais de animação para todas as faixas etárias.</div><div>Magazines de 30′ ou 50′ com foco em temas nacionais, relacionados com ambiente, património, sociedade, turismo ou viagens, história, ciência, tecnologias e sociologia. </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Tabela de cachet Operador de Câmara</title><description><![CDATA[Os operadores de câmara e steadicam acabam de publicar a tabela de referência para o exercício do seu trabalho que podem consultar em conjunto com outras do departamento de imagem e de outros setores no Cineguia Portugal em https://www.cineguiaportugal.pt/?tabelasTABELAS DE REFERÊNCIA PARA OPERADORES DE CÂMARA - 2019PublicidadeVencimento Normal €630Hora extra A1 (da 11a à 20a hora) €141Hora extra A2 (a partir da 21a hora) €230Hora de Recuperação €230Dia de Viagem €345Dia de Repérage €345Longas<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_7f66d88bbd2d4838bf3cc0c83e7f3a21%7Emv2.jpg/v1/fill/w_637%2Ch_425/67a9d4_7f66d88bbd2d4838bf3cc0c83e7f3a21%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/05/12/Tabela-de-cachet-Operador-de-C%C3%A2mara</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/05/12/Tabela-de-cachet-Operador-de-C%C3%A2mara</guid><pubDate>Sun, 12 May 2019 11:21:54 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_7f66d88bbd2d4838bf3cc0c83e7f3a21~mv2.jpg"/><div>Os operadores de câmara e steadicam acabam de publicar a tabela de referência para o exercício do seu trabalho que podem consultar em conjunto com outras do departamento de imagem e de outros setores no Cineguia Portugal em <a href="https://www.cineguiaportugal.pt/?tabelas">https://www.cineguiaportugal.pt/?tabelas</a></div><div>TABELAS DE REFERÊNCIA PARA OPERADORES DE CÂMARA - 2019</div><div>Publicidade</div><div>Vencimento Normal €630</div><div>Hora extra A1 (da 11a à 20a hora) €141</div><div>Hora extra A2 (a partir da 21a hora) €230</div><div>Hora de Recuperação €230</div><div>Dia de Viagem €345</div><div>Dia de Repérage €345</div><div>Longas Metragens Nacionais e Séries de Tv Nacionais</div><div>Semana Longa Metragens €1575</div><div>Horas €52</div><div>Diária €525</div><div>Semana Séries de Tv</div><div>€1000</div><div>Diária €330</div><div>Horas €33</div><div>CONDIÇÕES GERAIS DE TRABALHO - 2019</div><div>Horário</div><div>9 horas de trabalho + 1 hora de refeição. Por horário de trabalho entende-se o início do dia de trabalho de acordo com a Folha de Serviço e o término do trabalho do Operador inclusive arrumação do equipamento, para todos os trabalho realizados em Lisboa. Para trabalhos realizados fora de Lisboa acresce o tempo de deslocação definido pela produtora.</div><div>Horas Extra</div><div>Serão cobradas horas extras A1 depois da 10a hora de rodagem. Após a 20a são cobradas horas extras A2.</div><div>Horas de Recuperação</div><div>São consideradas horas de recuperação aquelas que não existam no intervalo de 10 horas entre dois dias consecutivos de trabalho. As horas de recuperação correspondem àquelas que faltam para completar as ditas 10 horas do período de descanso.</div><div>Hora de Refeição e Horário Contínuo</div><div>A hora da primeira refeição deve ocorrer no máximo até à 7a hora depois da convocação. Se tal não acontecer é considerado horário contínuo e da 8a hora em diante são consideradas como horas extras. Se não se verificar a normal pausa de 1h por refeição, será cobrada uma hora extra por pausa não gozada, adicionada no final do horário de trabalho.</div><div>Segunda Refeição</div><div>A partir das oito horas da noite (20:00) ou após a 7o hora da última refeição, deve ser feita uma pausa normal de 1 hora. Se não se verificar a pausa de 1h, será cobrada uma hora extra por pausa não gozada, adicionada no final do horário de trabalho.</div><div>Preparação de Material</div><div>O dia de preparação deve contemplar, sempre que necessário, tempo para o Operador efectuar os testes que considere pertinentes.</div><div>Deslocações e Estadias</div><div>Os dias de viagem são pagos ao valor definido na tabela até 5h de deslocação, mais de 5h é cobrado um dia completo de salário. A estadia é da responsabilidade da produtora, com alojamento em quartos individuais e pagamento de ajudas de custo.</div><div>Adiamentos / Cancelamentos</div><div>Caso o trabalho seja desmarcado a menos de 48 horas do início previsto, deve ser pago 50% do valor do salário diário. O prazo mínimo para cancelamento na ficção é de uma semana. Se o trabalho for desmarcado a menos de 7 dias do início previsto, cabe o pagamento de 50% do projecto.</div><div>Segurança</div><div>Cabe à Produção garantir a segurança do Operador em todas as situações “extraordinárias” de trabalho: trabalho no ar, água, piso irregular, em velocidade (a pé ou montado em veículo). Cabe à Realização discutir atempadamente com o Operador a melhor maneira de executar em segurança esse tipo de planos.</div><div>TABELAS DE REFERÊNCIA PARA OPERADORES DE STEADICAM / ESTABILIZADORES - 2019</div><div>Publicidade*</div><div>Vencimento Normal €1450</div><div>Hora extra A1 (da 11a à 20a hora) €141</div><div>Hora extra A2 (a partir da 21a hora) €230</div><div>Hora de Recuperação €230</div><div>Dia de Viagem €345</div><div>Dia de Repérage €345</div><div>*Valores de referência para diárias com equipamento incluído</div><div>Longas Metragens Nacionais e Séries de Tv Nacionais*</div><div>Semana Longa Metragens €2500</div><div>Horas €52</div><div>Diária €750</div><div>Semana Séries de Tv €1500</div><div>Diária €600</div><div>Horas €33</div><div>*Valores de referência para semanas com equipamento incluído CONDIÇÕES GERAIS DE TRABALHO - 2019</div><div>Horário</div><div>9 horas de trabalho + 1 hora de refeição. Por horário de trabalho entende-se o início do dia de trabalho de acordo com a Folha de Serviço e o término do trabalho do Operador inclusive arrumação do equipamento, para todos os trabalho realizados em Lisboa. Para trabalhos realizados fora de Lisboa acresce o tempo de deslocação definido pela produtora.</div><div>Horas Extra</div><div>Serão cobradas horas extras A1 depois da 10a hora de rodagem. Após a 20a são cobradas horas extras A2.</div><div>Horas de Recuperação</div><div>São consideradas horas de recuperação aquelas que não existam no intervalo de 10 horas entre dois dias consecutivos de trabalho. As horas de recuperação correspondem àquelas que faltam para completar as ditas 10 horas do período de descanso.</div><div>Hora de Refeição e Horário Contínuo</div><div>A hora da primeira refeição deve ocorrer no máximo até à 7a hora depois da convocação. Se tal não acontecer é considerado horário contínuo e da 8a hora em diante são consideradas como horas extras. Se não se verificar a normal pausa de 1h por refeição, será cobrada uma hora extra por pausa não gozada, adicionada no final do horário de trabalho.</div><div>Segunda Refeição</div><div>A partir das oito horas da noite (20:00) ou após a 7o hora da última refeição, deve ser feita uma pausa normal de 1 hora. Se não se verificar a pausa de 1h, será cobrada uma hora extra por pausa não gozada, adicionada no final do horário de trabalho.</div><div>Preparação de Material</div><div>O dia de preparação deve contemplar, sempre que necessário, tempo para o Operador efectuar os testes que considere pertinentes.</div><div>Deslocações e Estadias</div><div>Os dias de viagem são pagos ao valor definido na tabela até 5h de deslocação, mais de 5h é cobrado um dia completo de salário. A estadia é da responsabilidade da produtora, com alojamento em quartos individuais e pagamento de ajudas de custo.</div><div>Adiamentos / Cancelamentos</div><div>Caso o trabalho seja desmarcado a menos de 48 horas do início previsto, deve ser pago 50% do valor do salário diário. O prazo mínimo para cancelamento na ficção é de uma semana. Se o trabalho for desmarcado a menos de 7 dias do início previsto, cabe o pagamento de 50% do projecto.</div><div>Segurança</div><div>Cabe à Produção garantir a segurança do Operador em todas as situações “extraordinárias” de trabalho: trabalho no ar, água, piso irregular, em velocidade (a pé ou montado em veículo). Cabe à Realização discutir atempadamente com o Operador a melhor maneira de executar em segurança esse tipo de planos.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Artavazd Peleshyan estará em Portugal entre 27 e 31 de Maio</title><description><![CDATA[Pela mão da Cinemateca o cineasta arménio Artavazd Peleshyan estará em Portugal a acompanhar a retrospetiva da sua obra entre os dias 27 e 31 de Maio. Nascido na Arménia em 1938 ainda sob domínio da extinta União Soviética Artavazd estudou na emblemática escola de moscovo VGIK. Daí tornou-se um perfeito discípulo que seguiu as pisadas dos seus antecessores na montagem como Vertov, Eisenstein e Pudovkin já que é na montagem que o ensaísta e documentarista se destaca por desenvolver um tipo de<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_d49cde351b344918bf62c62a69d44567%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/05/12/Artavazd-Peleshyan-estar%C3%A1-em-Portugal-entre-27-e-31-de-Maio</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/05/12/Artavazd-Peleshyan-estar%C3%A1-em-Portugal-entre-27-e-31-de-Maio</guid><pubDate>Sun, 12 May 2019 11:06:55 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_d49cde351b344918bf62c62a69d44567~mv2.jpg"/><div>Pela mão da Cinemateca o cineasta arménio Artavazd Peleshyan estará em Portugal a acompanhar a retrospetiva da sua obra entre os dias 27 e 31 de Maio. </div><div>Nascido na Arménia em 1938 ainda sob domínio da extinta União Soviética Artavazd estudou na emblemática escola de moscovo VGIK. Daí tornou-se um perfeito discípulo que seguiu as pisadas dos seus antecessores na montagem como Vertov, Eisenstein e Pudovkin já que é na montagem que o ensaísta e documentarista se destaca por desenvolver um tipo de montagem que se denomina de 'montagem àdistância. A retrospetiva termina com o documentário Vincent Sorrel «LE CINÉASTE EST UN COSMONAUTE» sobre a obra do cineastas arménio. </div><div>Uma oportunidade para conhecer a obra de um cineasta importante dos nossos tempos.</div><div>Ver programa e mais INFO em <a href="http://www.cinemateca.pt/CinematecaSite/media/Documentos/AP.pdf">http://www.cinemateca.pt/CinematecaSite/media/Documentos/AP.pdf</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Paulo Menezes a rodar em 16mm</title><description><![CDATA[O nosso membro Paulo Menezes está neste momento em rodagem do documentário “No táxi do Jack" com realização de Susana Nobre e produção da Terratreme. O filme assenta em torno de Joaquim, taxista ex-emigrante nos Estados Unidos e que mais tarde regressa a Portugal e se radica em Alhandra. É em Alhandra precisamente que está as ser rodado em super 16, com película KODAK . O Paulo está a utilizar as emulsões 500T para exteriores noite, 250D para interiores dia e 50D para exteriores dia «a película]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/05/02/Paulo-Menezes-a-rodar-em-16mm</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/05/02/Paulo-Menezes-a-rodar-em-16mm</guid><pubDate>Thu, 02 May 2019 10:44:11 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>O nosso membro Paulo Menezes está neste momento em rodagem do documentário “No táxi do Jack&quot; com realização de Susana Nobre e produção da Terratreme. O filme assenta em torno de Joaquim, taxista ex-emigrante nos Estados Unidos e que mais tarde regressa a Portugal e se radica em Alhandra. É em Alhandra precisamente que está as ser rodado em super 16, com película KODAK . O Paulo está a utilizar as emulsões 500T para exteriores noite, 250D para interiores dia e 50D para exteriores dia «a película foi uma opção estética que achamos que seria adequada para este género de filme que mistura um pouco de ficção e documentário». O formato escolhido foi 4:3 e a abordagem compositiva também segue o género clássica « O filme vive a maior parte de planos fixos e panorâmicas. Há também alguns travellings.» diz Paulo.</div><div>O equipamento é fornecido pela Around Meredian e o Paulo tem na sua equipa o Nuno Ferreira como Primeiro Assistente de Imagem, José Manuel Rodrigues - Chefe eletricista e o - Tó Jó como assistente. Na maquinaria conta com o veterano Quim Amaral recentemente agraciado pela associação com o prémio carreira. O filme será rodado em 8 semanas. A aip deseja umas excelentes filmagens ao Paulo e a todos os envolvidos. </div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_32e3abda531841378ce63f6f80d5093b~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_e12fc98a41a14759ac9bb8efec69019b~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_3dbf2542b72b4538bb4980bf8f20257f~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_967c4d9cf21540bc9ec1f1ab1b83ad6a~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_52afe174634f4e9296028ca6de67ade6~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_8d0c59d804a7427dacbb7a1bc28718dd~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_44032237aeb9444fb2cd3dcb5ebf3661~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_cbee743045974359b2e19191177522a9~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_5b3dedc096be4376a1ac1e180ae05c40~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_f1b0c78b3dbc4467a70f45d734bc5bda~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_b5ddf7f397204807b9c3c4b536001dab~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_e32d09dec3fa4e6a8d72ed3a8eec84a6~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_277c589713db495ba5e5d1ba34fe49aa~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_82d65658663643a9bfaece728813f999~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_0b62a74eb0f84735a04d6e99a2143b6f~mv2.jpg"/></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Ante-estreia de &quot;SOLUM&quot; com Direcção de Fotografia de Rodrigo Tavares</title><description><![CDATA[No dia 29 de Abril passado assistimos à ante-estreia do filme "Solum" com direcção de fotografia de Rodrigo Tavares. O filme conta com a realização de Diogo Morgado. O filme contou também com o trabalho do colorista André Rijo.Depois de Malapata, Diogo Morgado regressou à realização com o filme Solum, que chega esta quinta-feira (1) às salas de cinema. O Espalha-Factos esteve presente na antestreia no Cinema São Jorge.A história, assinada também pelo ator português, acontece numa ilha deserta e<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_16b182afdf954452becf65225bb5abf2%7Emv2_d_3300_5100_s_4_2.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/05/02/Ante-estreia-de-SOLUM-com-Direc%C3%A7%C3%A3o-de-Fotografia-de-Rodrigo-Tavares</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/05/02/Ante-estreia-de-SOLUM-com-Direc%C3%A7%C3%A3o-de-Fotografia-de-Rodrigo-Tavares</guid><pubDate>Thu, 02 May 2019 10:34:42 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><iframe src="https://player.vimeo.com/video/333534051"/><div> No dia 29 de Abril passado assistimos à ante-estreia do filme &quot;Solum&quot; com direcção de fotografia de Rodrigo Tavares. O filme conta com a realização de Diogo Morgado. O filme contou também com o trabalho do colorista André Rijo.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_16b182afdf954452becf65225bb5abf2~mv2_d_3300_5100_s_4_2.jpg"/><div>Depois de Malapata, Diogo Morgado regressou à realização com o filme Solum, que chega esta quinta-feira (1) às salas de cinema. O Espalha-Factos esteve presente na antestreia no Cinema São Jorge.</div><div>A história, assinada também pelo ator português, acontece numa ilha deserta e exótica, que é nada mais, nada menos, que o pano de fundo de um reality-showque dá nome ao filme. Os concorrentes são abandonados na ilha com pouco mais do que aquilo que consideram essencial para a sua sobrevivência, sendo que o último a desistir (se o fizer) é quem triunfará como vencedor.</div><div>Diogo Morgado esteve presente, em setembro, na Comic Com Portugal, onde apresentou ao público português as primeiras imagens do seu mais recente projeto, que só viria a chegar ao grande ecrã muitos meses mais tarde. Segundo o realizador, Solum é um projeto muito pessoal e que “traduz uma paixão”. Apesar de não ter tido o financiamento do Estado – ao contrário de muitos filmes portugueses que chegam às salas de cinema – Solum foi gravado em Portugal e filmado, maioritariamente, por uma equipa de portugueses.</div><div>in <a href="https://espalhafactos.com/2019/05/01/solum-a-tentativa-de-ficcao-cientifica-de-diogo-morgado/">ESPALHA FACTOS</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Pedro Patrocínio novo membro aip</title><description><![CDATA[Pedro Patrocínio nasceu em Lisboa, viveu no Japão e formou-se em Cinema no Brasil.O primeiro filme que desenvolveu foi sobre a vida nas favelas o documentário "Complexo: Universo Paralelo" em 2011. Obra que lhe deu notoriedade. O filmeestreou no Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro e depois disso arrecadou quase uma vintena de prémios.Damos as boas vindas ao nosso novo membro Pedro Patrocínio.<img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_536e2405285541d4a8878e383c12ec2a%7Emv2_d_3840_2160_s_2.jpg/v1/fill/w_637%2Ch_358/67a9d4_536e2405285541d4a8878e383c12ec2a%7Emv2_d_3840_2160_s_2.jpg"/>]]></description><link>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/05/02/Pedro-Patroc%C3%ADnio-novo-membro-aip</link><guid>http://www.aipcinema.com/single-post/2019/05/02/Pedro-Patroc%C3%ADnio-novo-membro-aip</guid><pubDate>Thu, 02 May 2019 10:11:03 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_536e2405285541d4a8878e383c12ec2a~mv2_d_3840_2160_s_2.jpg"/><div>Pedro Patrocínio nasceu em Lisboa, viveu no Japão e formou-se em Cinema no Brasil.</div><div>O primeiro filme que desenvolveu foi sobre a vida nas favelas o documentário &quot;Complexo: Universo Paralelo&quot; em 2011. Obra que lhe deu notoriedade. O filme</div><div>estreou no Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro e depois disso arrecadou quase uma vintena de prémios.</div><div>Damos as boas vindas ao nosso novo membro Pedro Patrocínio.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_49bce5bf05ff4f5aa5397c8a6dddeaa5~mv2_d_5976_3992_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/67a9d4_162b14f2da66449fa7ce68f5827a6199~mv2_d_4032_3024_s_4_2.jpg"/></div></div>]]></content:encoded></item></channel></rss>