Um Filme em Forma de Assim”.


Teve rodagem no mês de abril, a última longa metragem de João Botelho, chamada, “Um Filme em Forma de Assim”. Baseado na biografia e poesia de Alexandre O’Neill, o filme tem a particularidade de que todos os diálogos e partitura musical é adaptado directamente da sua poesia.


Filmado praticamente na sua totalidade num armazém em azeitão (onde rodamos “os Maias: cenas da vida romântica “), devido à dimensão dos cenários construídos. Desta vez uma rua com um jardim adjacente, um antiquário, uma taberna e um café.


Além deste décor maior, um bar, um quarto de pensão, estes sem uso de chroma mas de fotografias no exterior das janelas.


A abordagem estética a este novo filme foi o uso de cores saturadas, com um trabalho próximo da decoração e guarda roupa. A luz através de filtros de cor acentuava esta escolha, de “cores pop”. A ideia da luz muitas vezes era fazer uma atmosfera em que o dia pode existir nos personagens e a noite no resto do décor.


O filme é constituído por mais de 20 planos sequência: 1 em steady cam operada pelo Eberhard Schedl (único local fora do estúdio), os outros feitos em magnun e sem calhas.

Utilizei novamente o kit de câmara do “ano da morte de ricardo Reis”: Sony A7SII, com lentes Leica fotográficas. Na câmara o Focus puller Ricardo Simões assistido pelo José Pedroso.


A equipa de maquinaria liderada por Manuel Ramos com assistência de Pedro Arial. A equipa de electricidade teve como chefe Rodrigo Dray, assistido por Pedro Branco (Pedrasa) e Donato Melo.


Neste momento o filme está em fase de grading na loudness onde trabalhamos com a Jennifer Mendes.




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